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Abamectin resistance in Tetranychus urticae Koch (Acari: Tetranychidae): selection, cross-resistance and stability of resistance Resistência de Tetranychus urticae Koch (Acari: Tetranychidae) a abamectin: seleção, resistência cruzada e estabilidade de resistência

Author(s): Mário E. Sato | Marcos Z. da Silva | Adalton Raga | Miguel F. de Souza Filho

Journal: Neotropical Entomology
ISSN 1519-566X

Volume: 34;
Issue: 6;
Start page: 991;
Date: 2005;
Original page

Keywords: Ácaro rajado | manejo da resistência | controle químico | Two-spotted spider mite | resistance management | chemical control

Studies on artificial laboratory selections with abamectin, cross-resistance relationships, and stability of resistance were carried out with Tetranychus urticae Koch to provide basic information for an abamectin resistance management program. Selections for resistance and susceptibility to abamectin were performed in a population of T. urticae, collected from a commercial strawberry field in the State of São Paulo, Brazil. After five selections for resistance and five selections for susceptibility, susceptible (S) and resistant (R) strains of T. urticae to abamectin were obtained. The resistance ratio (R/S) at the LC50 reached 342-fold values. The toxicity of eight acaricides was evaluated in the R and S strains, observing significant differences (at LC50) between R and S strains for milbemectin, fenpropathrin and chlorfenapyr. Significant correlation was detected between the LC50s of abamectin and milbemectin, indicating cross-resistance between these acaricides. No cross-resistance was detected for the acaricides fenpyroximate, cyhexatin, propargite and dimethoate. The stability of abamectin resistance was also studied under laboratory conditions. Abamectin resistance was unstable in the absence of selection pressure. For all studied populations (with 75, 50 and 25% of initial frequency of resistant mites), the percentage of resistant mites decreased to levels equal or lower than 15% in six months. The results indicate that milbemectin should be avoided for managing abamectin resistance in T. urticae.Estudos envolvendo seleções artificiais com abamectim, relações de resistência cruzada e estabilidade da resistência foram realizados em Tetranychus urticae Koch para fornecer subsídios para um programa de manejo da resistência a abamectim. Seleções artificiais para resistência e suscetibilidade a abamectim foram realizadas em laboratório, utilizando-se uma população de T. urticae, coletada de um cultivo comercial de morangueiro em Atibaia, SP. Após cinco seleções para resistência e cinco seleções para suscetibilidade, foram obtidas as linhagens suscetível (S) e resistente (R) de T. urticae a abamectim. A razão de resistência (CL50 R/ CL50 S) obtida alcançou valores de 342 vezes. A toxicidade de oito acaricidas foi avaliada nas linhagens R e S, observando-se diferenças significativas entre as duas linhagens, para as CL50s dos produtos milbemectin, fempropatrim e clorfenapir. Foram obtidas correlações significativas entre as CL50s de abamectim e milbemectim, indicando resistência cruzada entre esses acaricidas. Não foi detectada resistência cruzada com os acaricidas fempiroximate, ciexatim, propargite e dimetoato. A resistência de T. urticae a abamectim mostrou-se instável na ausência de pressão de seleção. Para todas as populações estudadas (com freqüência inicial de 75, 50 e 25% de ácaros resistentes), a porcentagem de ácaros resistentes caiu para níveis iguais ou inferiores a 15% em seis meses. Os resultados indicam que milbemectim deve ser evitado em programas de manejo da resistência de T. urticae a abamectim.
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