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Alcoholic beverages consumption among workers of a Family Health Strategy center in Vitória, Espírito Santo, Brazil Consumo de bebidas alcohólicas entre trabajadores de un centro de la Estrategia de Salud Familiar en Vitória, Espírito Santo, Brasil Consumo de bebidas alcoólicas entre trabalhadores de uma unidade de Saúde da Família em Vitória, Espírito Santo, Brasil

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Author(s): Leonardo Ferreira Fontenelle

Journal: Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
ISSN 1809-5909

Volume: 7;
Issue: 25;
Start page: 233;
Date: 2012;
Original page

Keywords: Atenção Primária à Saúde | Estratégia Saúde da Família | Consumo de Bebidas Alcoólicas | Pessoal de Saúde | Saúde do Trabalhador

ABSTRACT
Objective: To describe the consumption of alcoholic beverages by Primary Health Care (PHC) workers. Methods: In December 2011 and February 2012 PHC workers in a Family Health Strategy center in the municipality of Vitória, Brazil, self-administered an anonymous survey with questions about frequency, usual quantity and binge drinking taken from a national survey. Demographic, economic and occupational data were obtained as well. Results: Among the 59 eligible workers, 90% (53) took part in the survey. No one reported very frequent consumption (5+ days per week), but 60% (32/53) reported at least one episode of consumption in the last 12 months. 76% (39/51; 2 didn’t respond) reported usual consumption of up to 2 doses per drinking day. Binge drinking was reported by 51% (27) of all 53 workers, i.e., 84% of the 32 drinkers. College level workers had the lowest prevalence of abstinence (19%; 3/16) and, among drinkers, the lowest prevalence of binge drinking (69%; 9/13). Conclusions: Workers of this Family Health Strategy center have a usually moderate consumption of alcoholic beverages, but most binge drank at least once in the last 12 months. It is necessary to study in Brazil the relation between the pattern of drinking by PHC workers and their role in detecting problematic alcohol consumption.Objetivo: Describir el consumo de bebidas alcohólicas por trabajadores de Atención Primaria de Salud (APS). Métodos: En diciembre de 2011 y febrero de 2012 los trabajadores de APS en un centro de Salud Familiar en el municipio de Vitória, Brasil, auto-administraron una encuesta anónima con preguntas sobre la frecuencia, la cantidad habitual y el consumo en binge tomadas de una encuesta nacional. Se obtuvieron también los datos demográficos, económicos y profesionales. Resultados: Cincuenta y tres (90%) de los 59 trabajadores elegibles participaron en la encuesta. Nadie reportó un consumo muy frecuente (5+ días a la semana), pero el 60% (32/53) reportó por lo menos un episodio de consumo en los últimos 12 meses. El 76% (39/51; 2 no respondieron) informó de un consumo habitual de hasta 2 dosis por día de consumo. Consumo de alcohol en binge fue reportado por el 51% (27) de todos los 53 trabajadores, es decir, el 84% de los 32 bebedores. Los trabajadores de nivel universitario presentaron la menor prevalencia de abstinencia (19%; 3/16) y, entre los bebedores, la menor prevalencia de consumo en binge (69%; 9/13). Conclusiones: Los trabajadores de este centro de la Estrategia de Salud Familiar tienen un consumo por lo general moderado de bebidas alcohólicas, pero la mayoría bebieron en binge al menos una vez en los últimos 12 meses. Es necesario estudiar en Brasil la relación entre el patrón de consumo de alcohol por los trabajadores de atención primaria y su role en la detección de consumo problemático de alcohol. Objetivo: Descrever o consumo de bebidas alcoólicas por trabalhadores da Atenção Primária à Saúde (APS). Métodos: Em dezembro de 2011 e fevereiro de 2012 realizou-se um levantamento anônimo com trabalhadores da APS numa unidade de Saúde da Família em Vitória (ES), através de questionário autoadministrado, com questões sobre frequência, quantidade usual e consumo em binge extraídas de um levantamento nacional. Foram obtidos ainda dados sociodemográficos e ocupacionais. Resultados: Dentre os 59 trabalhadores elegíveis, 53 (90%) participaram do levantamento. Ninguém relatou consumo muito frequente (5 dias ou mais por semana), mas 60% (32/53) relataram pelo menos um episódio de consumo nos últimos 12 meses. 76% (39/51; porém, 2 não responderam) relataram consumir usualmente 2 doses ou menos por dia de consumo. O consumo em binge foi relatado por 51% (27) de todos os 53 trabalhadores, ou seja, 84% dos 32 que consomem bebidas alcoólicas. Os trabalhadores de nível superior tiveram a menor prevalência de abstinência (19%; 3/16) e a menor proporção de consumo em binge entre os que consomem bebidas alcoólicas (69%; 9/13). Conclusões: Os trabalhadores dessa unidade de Saúde da Família apresentaram um consumo usualmente moderado de bebidas alcoólicas, mas a maioria consumiu em binge alguma vez nos últimos 12 meses. É necessário estudar no Brasil a relação entre o padrão de consumo de bebidas alcoólicas pelo trabalhador da APS e seu papel na detecção do uso problemático de álcool.
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