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Características clínicas das espondiloartropatias na infância: análise de 26 pacientes

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Author(s): FAUSTINO P.C. | TERRERI M.T. | ANDRADE C.T.F. | LEN C. | HILÁRIO M.O.E.

Journal: Revista da Associação Médica Brasileira
ISSN 0104-4230

Volume: 47;
Issue: 3;
Start page: 216;
Date: 2001;
Original page

Keywords: Espondiloartropatia | Espondilite anquilosante | Sacroileíte | Entesopatia | HLA-B27 | Crianças | Adolescentes

ABSTRACT
OBJETIVO: Avaliar retrospectivamente as características clínicas dos pacientes com diagnóstico de espondiloartropatia. MÉTODOS: Foram analisados os prontuários de todos os pacientes com diagnóstico de espondiloartropatia seguidos no ambulatório de reumatologia pediátrica da UNIFESP-EPM no período de junho de 1982 a abril de 2000. Foram avaliados a idade de início e tempo de evolução da doença, manifestações clínicas, dados laboratoriais, achados radiológicos, tratamento e evolução. RESULTADOS: Dos 26 pacientes estudados, 10 (38,4%) apresentavam SEA, um (3,8%) espondiloartropatia indiferenciada (EAI), 10 (38,4%) EAJ, dois (7,7%) artropatia da DIIC, dois (7,7%) síndrome de Reiter e um (3,8%) artrite psoriásica. O início da doença variou de 1 a 15 anos (média de 9,2 anos). Os pacientes com síndrome de Reiter tiveram menor idade de início (média de 6,5 anos). Houve predomínio do sexo masculino (25 pacientes) e da raça caucasóide (15 pacientes). A maioria dos pacientes apresentou artrite periférica em membros inferiores (96,1%), entesite (61,5%) e HLA B27 positivo (14/23 - 60,9%). Dez pacientes (38,4%) apresentaram comprometimento axial. Quinze pacientes receberam diagnóstico de ARJ ou FR no início do quadro. CONCLUSÃO: Embora menos freqüentes do que a ARJ, as espondiloartropatias devem ser consideradas no diagnóstico diferencial das crianças e adolescentes, principalmente do sexo masculino, com artrite crônica.
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