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Los cementerios públicos como blanco de las disputas entre la Iglesia y el Estado durante la crisis del Imperio (1869-1891) <b>Public cemeteries as targets of the disputes between the Church and State during the Empire crisis (1869-1891)</b> - doi: 10.4025/dialogos.v13i1.366 <b>Os cemitérios públicos como alvo das disputas entre Igreja e Estado na crise do Império (1869-1891)</b> - doi: 10.4025/dialogos.v13i1.366

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Author(s): Cláudia Rodrigues

Journal: Diálogos
ISSN 1415-9945

Volume: 13;
Issue: 1;
Start page: 119;
Date: 2010;
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ABSTRACT
Este artículo pretende identificar de qué forma el tema de la muerte puede ser un canal de análisis de la acción ultramontana y romanizante de la jerarquía eclesiástica durante el período imperial, especialmente entre 1869 y 1889, cuando la cuestión de las sepulturas eclesiásticas se tornó el campo de una polémica exacerbada entre el episcopado de algunas capitales del Imperio y los defensores de las ideas liberales y anticlericales expresadas, por ejemplo, por los agentes defensores de la masonería y de la causa protestante. En el contexto de la jerarquía eclesiástica que buscaba afirmar su autonomía frente a las políticas regalistas del Estado, la defensa de la jurisdicción eclesiástica sobre los cementerios públicos se transformó en una importante arma de su política de romanización, en la búsqueda de afirmación de sus dogmas y de la manutención de su hegemonía sobre la sociedad.This article aims to identify how the theme of death can be a channel for the analysis of ultramontanist and romanizing actions of the ecclesiastic hierarchy during the Imperial period, especially between the years 1869 and 1889, when the issue of ecclesiastic burials became the object of a fierce controversy between the episcopate of some imperial capitals and the defenders of liberal and anti-clerical ideas, such as supporters of the Masonic order and the Protestant cause. In thecontext that the ecclesiastic hierarchy sought to affirm its autonomy from the royalist policies of the State, the defense of ecclesiastic jurisdiction over public cemeteries became an important weapon of its Romanization policy, in the search for affirmation of its dogmas and the maintenance of its hegemony over society.Este artigo pretende identificar de que forma o tema da morte pode ser um canal de análise da ação ultramontana e romanizante da hierarquia eclesiástica no período imperial, especialmente entre os anos de 1869 e 1889, quando a questão dos sepultamentos eclesiásticos se tornou uma arena de acirrada polêmica entre o episcopado de algumas capitais do Império e os defensores das idéias liberais e anticlericais, expressas, por exemplo, pelos agentes defensores da maçonaria e da causa protestante. No contexto em que a hierarquia eclesiástica buscava afirmar sua autonomia frente às políticas regalistas do Estado, a defesa da jurisdição eclesiástica sobre os cemitérios públicos se transformou em importante arma da sua política de romanização, na busca pela afirmação dos seus dogmas e da manutenção de sua hegemonia sobre a sociedade.
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