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Cheating in the first, second, and third degree: Educators' responses to high-stakes testing Haciendo trampa en el primer, segundo y tercer grado: Las respuestas de los docentes a las evaluaciones con consecuencias severas Engano no primeiro, segundo e terceiro grau: as respostas dos professores às avaliações com conseqüências graves

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Author(s): Audrey Amrein-Beardsley | David C. Berliner | Sharon Rideau

Journal: Education Policy Analysis Archives
ISSN 1068-2341

Volume: 18;
Start page: 14;
Date: 2010;
Original page

ABSTRACT
Educators are under tremendous pressure to ensure that their students perform well on tests.  Unfortunately, this pressure has caused some educators to cheat.  The purpose of this study was to investigate the types of, and degrees to which, a sample of teachers in Arizona were aware of, or had themselves engaged in test-related cheating practices as a function of the high-stakes testing policies of No Child Left Behind. A near census sample of teachers was surveyed, with valid responses obtained from about 5 percent, totaling just over 3,000 teachers. In addition, one small convenience sample of teachers was interviewed, and another participated in a focus group. Data revealed that cheating occurs and that educators can be quite clever when doing so. But how one defines cheating makes it difficult to quantify the frequency with which educators engage in such practices. Our analysis thus required us to think about a taxonomy of cheating based on the definitions of 1st, 2nd, and 3rd degree offenses in the field of law. These categories were analyzed to help educators better define, and be more aware of others' and their own cheating practices, in an attempt to inform local testing policies and procedures. Los educadores están siendo fuertemente presionados para asegurar que sus estudiantes  obtengan buenos resultados en las pruebas de rendimiento. Desafortunadamente, esas presiones hacen que algunos  educadores hagan trampas. El objetivo de este estudio fue investigar los tipos y grados de conocimiento que educadores en el estado de Arizona tenían sobre o que habían participado directamente en prácticas fraudulentas en relación a las políticas de evaluación de desempeño relacionadas con la ley No Child Left Behind. Una muestra cuasi-censal de profesores con un total de 5% de respuestas válidas y poco más de 3.000 profesores fue investigada. Además, un grupo pequeño (muestra de conveniencia) de los profesores fue entrevistado,  mientras que otro grupo participo en un grupo focal. Los datos revelan que existe el fraude y los educadores actúan de manera  muy inteligente cuando  los resultados. Sin embargo como uno define el fraude dificulta medir cuantitativamente la frecuencia con la cual los profesores tienen este comportamiento. Por esa razón, nuestro análisis requiere pensar en una taxonomía de  falsificación basada en las definiciones  de 1º, 2º e 3º niveles de infracciones legales. Estas categorías se analizaron  para ayudar a los educadores a definir con más precisión y ser  más conscientes de los casos de fraude cometidos por otros maestros y por sí mismos, en un intento de reflexionar sobre las  políticas y procesos de evaluación. Educadores estão sob pressão para garantir que seus alunos obtenham ótimos resultados nos testes de desempenho. Infelizmente, tal pressão abre precedentes para que educadores falsifiquem os resultados. O objetivo deste estudo foi investigar os tipos, além das variações, de uma amostra de professores do estado do Arizona que percebiam ou que estiveram envolvidos em práticas fraudulentas em função das políticas de avaliação de desempenho do programa No Child Left Behind. Uma amostra dos professores foi investigada, com as respostas válidas obtidas a partir de cerca de 5%, totalizando pouco mais de 3.000 professores. Além disso, uma pequena amostra de conveniência de professores foi entrevistada, enquanto outra amostra participou de um grupo focal. Os dados revelaram que as fraudes ocorrem e que os educadores agem de forma inteligente quando falsificam os resultados. Porém, a maneira como cada um define fraude dificulta a possibilidade de mensurar a freqüência com que educadores se envolvem em tais práticas. Nossa análise, portanto, exige pensar sobre uma classificação de falsificação baseada nas definições de 1º, 2º e 3º graus de infrações nos domínios da lei. Tais categorias foram analisadas para ajudar os educadores a definir de forma mais precisa e estar mais conscientes das práticas de fraude realizadas por outros professores e por eles mesmos, em uma tentativa de informar as políticas e procedimentos de avaliação local.
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