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Comparative morphology of gill glands in externally fertilizing and inseminating species of cheirodontine fishes, with implications on the phylogeny of the family Characidae (Actinopterygii: Characiformes)

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Author(s): Cristina L. C. de Oliveira | Luiz R. Malabarba | John R. Burns

Journal: Neotropical Ichthyology
ISSN 1679-6225

Volume: 10;
Issue: 2;
Start page: 349;
Date: 2012;
Original page

Keywords: Characid clade A | Characid clade B | Gill filaments | Gill secondary lamellae

ABSTRACT
The structure and form of gill gland among inseminating and externally fertilizing species of the Cheirodontinae are described under light microscopy, scanning electron microscopy, and transmission electron microscopy, and compared to other members of the family Characidae. At least one species from thirteen cheirodontine genera were analyzed, totaling seventeen species. Gill glands were found in all analyzed mature males of Cheirodontinae and were always absent in females, being located on the anteriormost portion of the lower branch of the first gill arch, extending posteriorly through a variable number of gill filaments. Gill glands of all cheirodontines and of all characid species in which this organ has been described possess the same structure, being considered homologous and supporting a single origin of the structure in a common ancestor to Clade A and Clade B characids.A estrutura e forma da glândula branquial de queirodontíneos inseminadores e de fecundação externa são descritas com base em análises de microscopia óptica, microscopia eletrônica de varredura e microscopia eletrônica de transmissão, e comparadas com outros membros da família Characidae. Pelo menos uma espécie de treze gêneros de Cheirodontinae foram analisadas, num total de dezessete espécies. Glândulas branquiais foram encontradas em todos os machos maduros analisados de Cheirodontinae, localizadas na parte mais anterior do ramo inferior do primeiro arco branquial, estendendo-se posteriormente por um número variável de filamentos branquiais, estando sempre ausentes nas fêmeas. As glândulas branquiais de todos os queirodontíneos analisados e de todas as espécies de Characidae em que este órgão foi descrito possuem a mesma estrutura, sendo consideradas homólogas e suportando uma origem única em um ancestral comum aos Clados A e B de Characidae
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