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A complexidade rítmica no Estudo Percussivo II de Arthur Kampela The rhythmic complexity in Percussion Study II by Arthur Kampela

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Author(s): Daniel Vargas

Journal: Per Musi
ISSN 1517-7599

Issue: 26;
Start page: 170;
Date: 2012;
Original page

Keywords: Nova Complexidade | ritmos complexos | Música de Vanguarda | composição e performance | New Complexity | complex rhythms | avant-garde | composition and performance

ABSTRACT
Este artigo discute o uso das estruturas rítmicas complexas, tais como quiálteras dentro de quiálteras na obra Estudo Percussivo II, de 1993, do compositor brasileiro Arthur Kampela. Em alguns casos, serão demonstrados procedimentos de notação da escrita complexa do compositor britânico Brian Ferneyhoug. Isso se dá pelo fato de ao transformar uma semínima em uma quiáltera de cinco, Ferneyhough utiliza uma simbologia acima da quiáltera, indicando que são cinco semicolcheias no lugar de quatro semicolcheias, desta forma, o compositor britânico faz a indicação da mesma figura rítmica ao utilizar a semicolcheia. Diferentemente, Arthur Kampela no Estudo Percussivo II, utiliza uma escrita peculiar na qual ele não faz a mesma indicação das figuras rítmicas como Brian Ferneyhough. Este artigo propõe uma discussão a respeito desta escrita peculiar no Estudo Percussivo II. Para finalizar será abordada a escrita complexa sobre a ótica de outros compositores como Pierre Boulez para que a partir desta visão sejam propostas outras possibilidades de escrita rítmica no Estudo Percussivo II.This article discusses the use of complex rhythmic structures, such as tuplets within triplets in piece Percussion Study II, of 1993, by the Brazilian composer Arthur Kampela. In some cases, it will be shown notational procedures of complex writing by British composer Brian Ferneyhoug. By turning a quarter note in one of five tuplet, Ferneyhough uses an above the tuplet symbology, indicating that there are five sixteenth notes instead of four sixteenths; the British composer thus uses an indication of the same rhythmic figure, using the sixteenth note. In Percussion Study II, Arthur Kampela uses a peculiar writing in which he does the same indication of rhythmic figures such as Brian Ferneyhough. This article proposes a discussion about this peculiar writing in Percussion Study II and finally there will be shown the complex script from the standpoint of other composers such as Pierre Boulez, and from this vision, will be offered other possibilities notational Percussion in Study II.
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