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CONTABILIDADE INTERNACIONAL É SÓ PARA “INGLÊS” VER?

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Author(s): Daniel José Cardoso da Silva | Luiz Carlos Marques dos Anjos | Luiz Carlos Miranda | Luiz Eduardo Simões de Souza | Daniel José Cardoso da Silva Junior

Journal: Revista Ambiente Contábil
ISSN 2176-9036

Volume: 2;
Issue: 9;
Start page: 128;
Date: 2011;
Original page

Keywords: Contabilidade internacional | Convergência | Normas internacionais

ABSTRACT
A expressão “para inglês ver”, tem sua origem no século 19, motivada pela promulgação de uma lei que objetivava coibir o tráfico negreiro, porém na prática não passou de letra “morta”. Percebe-se que a harmonização da contabilidade brasileira às IFRS (Internacional Financial Reporting Standards) e às IAS (Internacional Accounting Standards), é um processo bastante disseminado e exaustivamente propagado em todo o país. Porém, embora se saiba de todo o esforço empreendido para se divulgar, assim como da importância que cerca o assunto, a experiência de sala de aula, bem como a convivência com profissionais de contabilidade parece indicar que para alguns a chamada “Contabilidade Internacional” ainda é coisa para “Inglês ver”. Este estudo foca o CPC de nº 26 que procurou traduzir a essência da IAS 1, a qual trata das premissas básicas no tocante à apresentação das demonstrações contábeis. A presente investigação se valeu da aplicação de questionários, junto aos participantes do XXX Erecic (Encontro Regional de Estudantes de Contabilidade), evento que foi realizado no Estado do Rio Grande do Norte nos dias 1,2,3 e 4 de Abril de 2010. Como proxy do conhecimento e atualização a respeito das normas internacionais de contabilidade, foi utilizado o conhecimento das normas IAS1 e do CPC26. A análise dos dados revelou que, apesar de julgar importante o processo de convergência das normas brasileiras de contabilidade às internacionais, apenas 41,8% se consideram atualizados quanto àquele. Também declaram conhecer os principais órgãos reguladores nacionais e internacionais, mas não sabem quais são seus papéis, bem como as IFRS e as IAS. Verificou-se ainda que apenas 17,4% dos respondentes conhecem a IAS 1 (que trata dos aspectos básicos e nomenclaturas das demonstrações contábeis), porém não entendem as novas nomenclaturas dadas por ela e apenas 21,1% conhece o CPC 26, que representa a convergência daquela primeira, evidenciando um possível déficit de conhecimentos sobre a temática em questão.
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