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Digestible lysine requirement of gilts with high genetic potential lean deposition, in carcass from 15 to 30 kg Exigência de lisina digestível de fêmeas suínas selecionadas para deposição de carne magra, na carcaça dos 15 aos 30 kg

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Author(s): Mariana Cruz Rossoni | Juarez Lopes Donzele | Francisco Carlos Oliveira Silva | Rita Flávia Miranda de Oliveira | Márvio Luiz Lobão Teixeira Abreu | Fabrício de Almeida Santos | João Luís Kill | Cinthia Maria Carlos Pereira

Journal: Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal
ISSN 1519-9940

Volume: 10;
Issue: 3;
Date: 2009;
Original page

ABSTRACT
Fifty gilts were used, with initial weight of 15.11 + 1.34 kg, distributed in a random block experimental design, with five treatments (digestible lysine levels), five replicates and two animals per stall, which were considered one experimental unit. The criteria for the formation of the blocks were the animal initial weight. Treatments consisted in a basal diet with 19.41% of CP e 3,221 kcal of ME/kg, supplemented with L-lysine HCl, resulting on diets with 0.88, 0.98, 1.08, 1.18 and 1.28% of digestible lysine. Diets were supplemented with increasing levels of industrial aminoacids, resulting on diets with constant ratio of essential aminoacids and lysine, based on true digestible. There was no effect of levels of digestible lysine on daily feed intake and daily weight gain. A quadratic effect (P < 0.06) was observed on feed conversion that improved until an estimated level of 1.08% of digestible lysine, which corresponded to a digestible lysine intake of 11.60 g/day. The level of 1,08% of digestible lysine, which corresponded to a digestible lysine intake of 11.60 g/day, provided the best performance results for gilts and a high genetic potential for lean deposition from 15 to 30kg.Foram utilizadas 50 fêmeas suínas, com peso inicial de 15,11 + 1,34 kg, distribuídas em delineamento experimental de blocos ao acaso, com cinco tratamentos (níveis de lisina digestível), cinco repetições e dois animais por baia, o que constituiu a unidade experimental. Como critério para formação dos blocos, foi utilizado o peso dos animais. Os tratamentos corresponderam a uma ração basal com 19,41% de PB e 3.221 kcal de EM/kg, suplementada com L-lisina HCl, resultando em rações com 0,88, 0,98, 1,08, 1,18 e 1,28% de lisina digestível. As rações foram suplementadas com níveis crescentes de aminoácidos industriais, resultando em rações com relações constantes entre os aminoácidos essenciais e a lisina, com base na digestibilidade verdadeira. Não foi observado efeito dos níveis de lisina digestível sobre o consumo de ração e ganho de peso diário. Observou-se efeito quadrático (P
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