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Dinâmica temporal da Clorose Variegada dos Citros em três regiões do Estado de São Paulo

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Author(s): Laranjeira Francisco F. | Bergamin Filho Armando | Amorim Lilian | Berger Richard | Gottwald Tim R.

Journal: Fitopatologia Brasileira
ISSN 0100-4158

Volume: 28;
Issue: 5;
Start page: 481;
Date: 2003;
Original page

Keywords: CVC | Xylella fastidiosa | epidemiologia | diferencial

ABSTRACT
Este trabalho objetivou esclarecer se o progresso da Clorose Variegada dos Citros (CVC) diferia entre três regiões de São Paulo, distintas quanto à incidência da CVC em citrus (Citrus spp.). Foram avaliadas três áreas, Noroeste, Centro e Sul de São Paulo, durante dois anos, em avaliações quinzenais, quando eram mapeadas as plantas sintomáticas. Tentou-se o ajuste de nove modelos ao progresso da doença, além do ajuste de três modelos a segmentos das curvas originais. Foram estimadas também as diferenciais e as diferenciais secundárias de cada curva de progresso. Apenas quando as curvas foram divididas é que foram obtidos bons ajustes aos modelos de progresso. A diferencial (velocidade da doença) e diferencial secundária (aceleração do aparecimento de novas plantas doentes) apresentaram diversos picos ao longo do tempo. Esses picos ocorreram em meses de Primavera e Verão. Levanta-se aqui a hipótese de que os picos de diferencial - incomuns na quantidade encontrada - estejam relacionados a determinados picos de emissão de brotações, já que as novas brotações são o local preferido de alimentação dos vetores de Xylella fastidiosa.
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