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Disability as diversity:a difference with a difference Disability as diversity:a difference with a difference

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Author(s): G. Thomas Couser

Journal: Ilha do Desterro
ISSN 0101-4846

Issue: 48;
Start page: 095;
Date: 2008;
Original page

Keywords: disability | diversity | Disability Studies | impairment | narrative

ABSTRACT
A deficiência física é uma faceta fundamental da diversidade humana, porém ela geralmente só é reconhecida dentro e fora da academia depois de raça, gênero, etnia, orientação sexual e classe. A diferença física tem sua(s) própria(s) história(s) e cultura(s) que merecem estudo específico. A área de estudos sobre diferença (construída como deficiência) física não se limita a estudar pessoas incapacitadas como uma população distinta;ao contrário, ela pretende a investigação ampla da deficiência como um construto cultural que circunda as práticas sociais e as representações culturais. Como defendem atualmente os estudiosos dessa área, a deficiência física é uma categoria cultural significativa e poderosa; assim como ‘raça’ e ‘gênero’ , ela é um construto cultural que marca os indivíduos—e os discrimina—com base em diferenças físicas. Atualmente as pessoas com alguma deficiência ou incapacidade, que sempre foram vulneráveis a representações preconceituosas tanto na dita ‘alta’ quanto ‘baixa’ cultura, estão desafiando tais pressupostos convencionais através das representações que fazem de si principalmente em textos autobiográficos e de memórias. Palavras-chaves: deficiência; diversidade; estudos da diferença física e mental; incapacidade; narrativa; representação; memórias. Disability is a fundamental facet of human diversity, yet it lags behind race, gender, ethnicity, sexual orientation, and class in recognition inside and outside the academy. Disability has its own history (or histories) and culture(s) which deserve to be studied in their own right. Disability Studies is not limited to the study of disabled people as a distinct population, however; rather, it involves the comprehensive investigation of disability as a cultural construct that undergirds social practices and cultural representations. As contemporary Disability Studies scholars view it, then, disability is a significant and powerful cultural category; like race and gender, disability is a cultural construct that assigns traits to individuals— and discriminates among them—on the basis of bodily differences. Today, disabled people, long vulnerable to prejudicial representation in high and low culture, are challenging conventional assumptions by representing themselves in memoir and autobiography.
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