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Dry matter digestibility of roughages and concentrates determined “in vitro” procedures Digestibilidade da matéria seca de alimentos volumosos e concentrados determinada por procedimentos "in vitro"

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Author(s): Anna Carolynne Alvim Duque | Fernando César Ferraz Lopes | Rosemeire Aparecida de Carvalho Dornellas | José Alberto Bastos Portugal | Rui da Silva Verneque | Jackson Silva e Oliveira | Alcio Azambuja de Azambuja

Journal: Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal
ISSN 1519-9940

Volume: 12;
Issue: 3;
Date: 2011;
Original page

ABSTRACT
The aim of this work was to compare the values of in vitro dry matter digestibility of six classes of concentrates and roughages feeds, determined by the two-stage technique carried in individual digestion tubes or using an automatized equipment of fermentation (filter bag technique, FBT). In the second digestion stage of the technique it was also evaluated the effect of pepsin acid solution and the reflux with neutral detergent solution on the in vitro dry matter digestibility. For both studies the experimental design was completely randomized with a 2 x 6 factorial arrangement (in vitro procedures x food classes). The IVDMD values determined in tubes were close to those found by others authors and lower than those obtained by the filter bag technique. Standard deviation of in vitro dry matter digestibility means were, in general, lower when the individual tubes method were used. The procedure using reflux with neutral detergent was less expensive and time-consuming, and yield similar results when compared to those using the acidified pepsin digestion methodology. The apparent overestimated values of in vitro dry matter digestibility observed in the filter bag technique suggests that the recommendation of the automatized equipment will be dependent of new studies, with emphasis to the material used to make the incubation bags.Objetivou-se neste trabalho comparar valores de digestibilidade in vitro da matéria seca de seis classes de alimentos concentrados e volumosos, determinados pelo método de dois estágios, realizado em tubos individuais ou em equipamento automatizado de fermentação (incubadora in vitro). No segundo estágio da análise foi adicionalmente avaliado o efeito sobre a digestibilidade in vitro da matéria seca da utilização de solução ácida de pepsina ou do refluxo em solução de detergente neutro. Para ambos os estudos utilizou-se delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 6 (procedimentos in vitro x classes de alimentos). Os valores de digestibilidade in vitro da matéria seca determinados pelo método realizado em tubos foram mais próximos dos relatados na literatura e consistentemente inferiores aos obtidos na incubadora in vitro. Os desvios-padrão das médias de digestibilidade in vitro da matéria seca foram, em sua maioria, menores quando determinados pelo método realizado em tubos. O procedimento de refluxo com detergente neutro permitiu economia de tempo e recursos, com resultados semelhantes aos obtidos por meio da incubação em pepsina ácida. A aparente superestimativa dos valores de digestibilidade in vitro da matéria seca condiciona a recomendação do emprego do equipamento automatizado à implementação de novos estudos, com ênfase no material utilizado na confecção dos sacos de incubação.
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