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Florística e fitossociologia em áreas de campo sujo e cerrado sensu stricto na estação ecológica de Pirapitinga – MG

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Author(s): Rômulo Guimarães Giácomo | Daniel Costa de Carvalho | Marcos Gervasio Pereira | André Batista de Souza | Tatiana Dias Gaui

Journal: Ciência Florestal
ISSN 0103-9954

Volume: 23;
Issue: 1;
Start page: 29;
Date: 2013;
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Keywords: bioma cerrado | floresta natural | unidade de conservação

ABSTRACT
O objetivo deste estudo foi caracterizar a florística e calcular os parâmetros fitossociológicos das espéciespresentes nas áreas de campo sujo e cerrado sensu stricto na Estação Ecológica de Pirapitinga – MG (ESEC).O estudo foi realizado na ESEC de Pirapitinga no município de Morada Nova de Minas, Estado de MinasGerais. Para o levantamento da florística e da fitossociologia, foi alocado um total de 190 subparcelas com100 m2 cada, amostrando-se todos os indivíduos com circunferência à altura do solo (CAS) ≥ 16 cm, emáreas de campo sujo e cerrado sensu stricto. Foram calculados os parâmetros de frequência, densidade,dominância, os valores de importância e os índices de diversidade de Shannon e equabilidade de Pielou.A similaridade florística entre as áreas foi determinada por meio do índice de Sorensen. Nas duas áreasde estudo, foram amostrados um total de 3.224 indivíduos distribuídos em 81 espécies, 70 gêneros e 40famílias. As famílias mais ricas foram Fabaceae e Vochysiaceae. O cerrado sensu stricto foi a formaçãovegetal com maior riqueza de espécies (81) e maior densidade (2.257 ind ha-1). Ambas as áreas estudadasapresentam-se com alta diversidade e baixa dominância ecológica e possuem distribuição diamétrica emforma de J-invertido, indicando o predomínio de indivíduos jovens.
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Tango Rapperswil
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