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Freshwater temperature in the state of Rio Grande do Sul, Southern Brazil, and its implication for fish culture

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Author(s): Luciano de Oliveira Garcia | Carlos Eduardo Copatti | Flávio Wachholz | Waterloo Pereira Filho | Bernardo Baldisserotto

Journal: Neotropical Ichthyology
ISSN 1679-6225

Volume: 6;
Issue: 2;
Start page: 275;
Date: 2008;
Original page

Keywords: Fish growth | Mortality | growth | Freshwater fish | Water temperature

ABSTRACT
In this study we verified data of water temperatures collected by CORSAN-RS from 1996 to 2004 in several cities of the state of Rio Grande do Sul, southern Brazil, and analyzed the possibility of raising the most cultivated fish species in Brazil. The water temperature from 1996 to 2004 was 16 to 28ºC in summer, 17 to 23ºC in fall, 14 to 17ºC (down to 9ºC in the coldest months) in winter and 14 to 21ºC in spring. Native species of this state, such as silver catfish (Rhamdia quelen), traíra (Hoplias malabaricus), dorado (Salminus brasiliensis), pintado (Pimelodus maculatus), as well as carps (family Cyprinidae), are resistant to the low winter temperatures. These species have a lower growth rate in coldest months (winter/spring) but a good development in warmer months (summer/fall), reaching a satisfactory performance throughout the year. In the periods of more intense cold, mortality of some introduced species, such as surubim from Amazon Basin (Pseudoplatystoma sp.), pirapitinga (Piaractus brachypomus), pirarucu (Arapaimas gigas), pacu (Piaractus mesopotamicus), tambaqui (Colossoma macropomum) and Nile tilapia (Oreochromis niloticus) may occur. In addition, as most tropical species have a thermal range for growth and reproduction between 20 to 28ºC, some species may have poor development even in fall. Therefore, water temperature in this state should be considered in the choice of fish species to be cultivated.Neste estudo verificaram-se dados de temperaturas de água coletados pela CORSAN-RS de 1996 a 2004, em várias cidades do estado do Rio Grande Sul, sul do Brasil, e analisou-se a possibilidade de criação das principais espécies de peixe cultivadas no Brasil. A temperatura da água de 1996 a 2004 foi de 16 a 28ºC no verão, de 17 a 25ºC no outono, 14 a 17ºC (chegando a 9ºC nos meses mais frios) no inverno e 14 a 21ºC na primavera. Espécies nativas deste estado, como o jundiá (Rhamdia quelen), traíra (Hoplias malabaricus), dourado (Salminus brasiliensis), pintado (Pimelodus maculatus), assim como as carpas (família Cyprinidae), são resistentes às baixas temperaturas do inverno. Estas espécies apresentam uma menor taxa de crescimento nos meses mais frios (inverno/primavera), mas um bom desenvolvimento em meses mais quentes (verão/outono), alcançando um desempenho satisfatório durante o ano. Nos períodos de frios mais intensos pode ocorrer uma intensa mortalidade de algumas espécies introduzidas, como o surubim da Bacia Amazônica (Pseudoplatystoma sp.), pirapitinga (Piaractus brachypomus), pirarucu (Arapaimas gigas), pacu (Piaractus mesopotamicus), tambaqui (Colossoma macropomum) e tilápia nilótica (Oreochromis niloticus). Além disso, como a maioria das espécies tropicais apresenta sua faixa térmica para crescimento e reprodução entre 20 a 28ºC, algumas espécies podem ter um baixo desenvolvimento também no outono. Portanto, a temperatura da água deste estado deve ser considerada na escolha das espécies de peixes a serem cultivadas.

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