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FRUTICULTURE AS AN INSTRUMENT TO INCOME GENERATION FOR FAMILY FARMING AND RURAL SETTLEMENTS AREAS LA FRUCTICULTURA COMO INSTRUMENTO DE PRODUCCIÓN DE RENTA PARA LA AGRICULTURA FAMILIAR Y LAS ÁREAS DE MARCACIÓN RURAL A fruticultura como instrumento de geração de renda para agricultura familiar e áreas de assentamento rural

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Author(s): Aloísio Costa Sampaio | Terezinha de Fátima Fumis | Aparecida Marques de Almeida | Maria José De Marchi Garcia | Maria Lúcia Pallamin | Eliane Maria Ravasi Stefano Simionato

Journal: Revista Ciência em Extensão
ISSN 1679-4605

Volume: 5;
Issue: 1;
Start page: 6;
Date: 2009;
Original page

Keywords: Sustentabilidade | inclusão social | maracujá

ABSTRACT
This project had beginning in 2002 with the approval of FAPESP for a project in public politics involving several public-private institutions in the district of Bauru - SP, with the purpose to foment and transfer technology in the production of fruits for small rural producers. The culture of the yellow passion fruit was chosen as the initial object of the work in function of the necessity of intense cultural handling in the phases of planting, flowering and harvest. Initially, field researches indicated the selection Afruvec as the best genetic material for planting. Being known the dissemination of the passion fruit woodiness virus (PWV), main disease of the passion fruit, a greenhouse was built with an anti-aphid screen for seedlings production in tubes. In order to promote technology transfer, it was accomplished field days, meetings and several technical lectures. During the development of the plants in 2003, the producers decided to create BauruFrutas (Association of Fruit Producers in Bauru and Area), with the purpose of assist the commercialization process and try to obtain a better profitability in the activity. Later, the trademark of the Association was elaborated and with the resources of the 2nd phase of the FAPESP project, it was acquired a complete line of equipments for pulp processing generating the sustainability of the production. In 2005, in order to give continuity to the works, Cap supported the extension of the project, promoting the value aggregation, so it was acquired equipments for production of the passion fruit peel flour used for cholesterol reduction and diabetes in human feeding, and pulp sacks (100 grams) with bar code. With the intention to aware the producers for the serious problem of the PWV, it was accomplished in October of 2005 a seminar about this subject, resulted in the publication of a book with the lecturers and the FUNEP (Fundação de Ensino e Pesquisa) - Jaboticabal support. The Association acquired the use of an inactive tent in the Departamento de Estradas e Rodagem (DER) that was used as warehouse for classification and storage of the fruits. BauruFrutas after four years of existence conquered a space in the retail market in Bauru and it consolidates as the largest wholesaler of passion fruit of the area, producing and marketing in the crop 2006/2007, about of 280 tons of yellow passion fruit, destined for in natura consumption and industrialization. Este proyecto empezó en 2002, con la aprobación otorgada por FAPESP a los proyectos de políticas públicas, abarcando varias instituciones públicas – privadas pertenecientes al Municipio de Bauru, cuyo propósito era fomentar y transferir tecnología de producción fructífera para pequeños productores rurales. Como objeto, al comienzo del trabajo, fue escogido el cultivo de maracujá (maracujazeiro, pasionaria) amarillo, por la complejidad del cultivo en las distintas fases de siembra, floración y cosecha. Al comienzo, las pesquisas de campo indicaron la selección AFRUVEC como la de mejor material genético para el cultivo. Al conocer la plaga del virus del endurecimiento de los frutos (PWV), importante enfermedad que ataca el maracujá, fue construida una estufa con tela anti-afídeo para producir mudas en sistema de tubos. Visando La transferencia de tecnología de producción, fueron realizadas durante el día de campo, varias palestras técnicas. Durante el desarrollo del plantío en 2003, los productores decidieron crear BauruFrutas (Asociación de Fructicultores de Bauru y región) con el propósito de facilitar el proceso de comercialización e intentar mejorar la rentabilidad con esa actividad. Posteriormente, elaboraron la Logomarca de La Asociación y gracias a los recursos obtenidos en la segunda fase del proyecto FAPESP, fue adquirida una línea completa de procesamiento de la pulpa para mayor sustentabilidad de la producción. En 2005, con el objetivo de dar continuidad al trabajo, se consiguió la aprobación ante CNPQ, de un proyecto de extensión cuya meta era acrecentar valor, de esa forma fueron adquiridos equipamientos para la producción de harina de la cáscara en embalajes de cien gramos con código de barras, que utilizada en la alimentación humana ayuda a la reducción del colesterol y la diabetes. .Por otra parte, visando concientizar a los productores que enfrentaban el serio problema del virus de endurecimiento de los frutos del maracujá, fue realizada en octubre de 2005 un seminario sobre el tema, que tuvo como resultado una publicación de un libro que contó con el apoyo de los conferencistas de FUNDAÇÃO DE ENSINO E PESQUISA (FUNEP) de Jaboticabal. Además, la Asociación obtuvo la concesión de un cobertizo inactivo perteneciente al “Departamento de Estradas e Rodagem (DER)” que fue utilizado como depósito para la clasificación y almacenamiento de los frutos. BauruFrutas, después de cuatro años de su existencia conquistó espacio en el mercado minorista de Bauru y se solidificó como mayorista de maracujá de la región, produciendo y comercializando en la cosecha 2006/2007 de 280 toneladas de maracujá amarillo, destinados a la consumación in natura e industrial Este projeto teve início em 2002 com a aprovação pela FAPESP de projeto de políticas públicas envolvendo várias instituições público-privadas do Município de Bauru, com o propósito de fomentar e transferir tecnologia de produção de frutíferas para pequenos produtores rurais. Escolheu-se a cultura do maracujazeiro amarelo como objeto inicial do trabalho em função da necessidade dos intensos tratos culturais nas fases de plantio, floração e colheita. Inicialmente, pesquisas de campo indicaram a seleção Afruvec como melhor material genético para plantio. Conhecendo-se a disseminação do vírus do endurecimento dos frutos (PWV), principal doença do maracujá, construiu-se uma estufa com tela anti-afídeo para produção das mudas no sistema de tubetes. Visando a transferência de tecnologia de produção, realizou-se dia de campo, reuniões e várias palestras técnicas. Durante o desenvolvimento do plantio em 2003, os produtores decidiram criar a BauruFrutas (Associação de Fruticultores de Bauru e Região), a fim facilitar o processo de comercialização e tentar obter melhor rentabilidade com a atividade. Posteriormente, foi elaborada a logomarca da Associação e com os recursos da 2a fase do projeto Fapesp, adquiriu-se linha completa de processamento de polpa para sustentabilidade da produção. Em 2005 visando dar continuidade aos trabalhos, conseguiu-se a aprovação junto ao CNPq de projeto de extensão direcionado a agregação de valor e nesse sentido, adquiriu-se equipamentos para produção da farinha da casca, utilizada na alimentação humana para redução de colesterol e diabetes e saquinhos de polpa de 100 gramas com código de barra. Visando conscientizar os produtores com o sério problema do vírus do endurecimento dos frutos do maracujazeiro, foi realizado em outubro de 2005 um seminário sobre este assunto, que resultou na publicação de um livro com apoio dos palestrantes e da Fundação de Ensino e Pesquisa (Funep) de Jaboticabal. A Associação obteve a cessão de uso de um barracão inativo junto ao Departamento de Estradas e Rodagem (DER) que foi utilizado como entreposto para classificação e armazenamento dos frutos. A BauruFrutas após quatro anos de existência, conquistou um espaço no mercado varejista de Bauru e consolida-se como a maior atacadista de maracujá da região, produzindo e comercializando na safra 2006/2007, ao redor de 280 toneladas de maracujá amarelo, destinados para consumo in natura e industrialização.
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