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The ichthyofauna of drifting macrophyte mats in the Ivinhema River, upper Paraná River basin, Brazil

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Author(s): Cíntia Karen Bulla | Luiz Carlos Gomes | Leandro Esteban Miranda | Angelo Antonio Agostinho

Journal: Neotropical Ichthyology
ISSN 1679-6225

Volume: 9;
Issue: 2;
Start page: 403;
Date: 2011;
Original page

Keywords: Dispersion | Fish guilds | Floodplain | Free-floating plants | Freshwater fishes

ABSTRACT
We describe the fish assemblages associated with drifting macrophyte mats and consider their possible role as dispersal vectors in the Ivinhema River, a major tributary of the upper Paraná River, Brazil. Fish associated with drifting mats were sampled in the main river channel during January and March 2005, when the wind and/or the increased water level were sufficient to transport macrophyte stands. Fish in the drifting mats were sampled with a floating sieve (4 m long x 2 m wide x 0.6 m high, and 2 mm mesh size). In the laboratory, larvae, juvenile, and adult fish were counted and identified to the lowest possible taxonomic level. In four drifting macrophyte mats we captured 218 individuals belonging to at least 28 species, 17 families, and 6 orders. Aphyocharax dentatus, Serrasalmus spp., and Trachelyopterus galeatus were the most abundant taxa associated with the mats, but species richness ranged from 6 to 24 species per mat. In addition, 85% of the total number of individuals caught was larvae and juveniles. Although preliminary and based on limited samples, this study of drifting macrophyte mats was the first one in the last unregulated stretch of the Paraná River remaining inside Brazilian territory, and alerts us to the potential role of macrophytes mats as dispersers of fish species in the region.Nesse trabalho as assembleias de peixes associadas a bancos de macrófitas flutuantes à deriva foram descritas. Além disso, foi considerado o possível papel desses bancos como vetores de dispersão no rio Ivinhema, importante tributário do alto rio Paraná, Brasil. Os peixes associados aos bancos à deriva foram amostrados no canal principal desse rio, entre os meses de Janeiro a Março de 2005, quando o vento e/ou o aumento no nível da água foram suficientes para transportar os bancos de macrófitas. Os peixes foram amostrados com uma rede flutuante (4 m de comprimento x 2 m de largura x 0,6 m de altura e 2 mm de tamanho de malha). No laboratório, larvas, jovens e adultos foram contados e identificados ao menor nível taxonômico possível. Nos quatro bancos de macrófitas flutuantes a deriva foram capturados 218 indivíduos pertencentes à pelo menos 28 espécies, 17 famílias e 6 ordens. Aphyocharax dentatus, Serrasalmus spp. e Trachelyopterus galeatus foram os táxons mais abundantes associados aos bancos de macrófitas à deriva, mas a riqueza de espécie variou entre 6 e 24 espécies por banco. Além disso, 85% do total do número de indivíduos capturados foram larvas e juvenis. Embora preliminar e baseado em amostragens limitadas, este estudo, conduzido em bancos de macrófitas flutuantes à deriva, foi o primeiro no último trecho não regulado do rio Paraná em território brasileiro, e alerta para o papel potencial que os bancos de macrófitas têm como dispersores de peixes na região.
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