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Influence of aquatic plants on the predation of Piaractus mesopotamicus larvae by Pantala flavescens = Influência de macrófitas aquáticas na predação de larvas de Piaractus mesopotamicus por Pantala flavescens

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Author(s): Carlos Henrique Figueiredo Lacerda | Carmino Hayashi | Claudemir Martins Soares | Carlos Eduardo Bento Fernandes

Journal: Acta Scientiarum : Biological Sciences
ISSN 1679-9283

Volume: 32;
Issue: 2;
Start page: 147;
Date: 2010;
Original page

Keywords: larvae | Piaractus mesopotamicus | Pantala flavescens | predation | aquatic plants | larvas | predação | macrófitas aquáticas

ABSTRACT
The experiment aimed to study the influence of the aquatic plants E. najas, P. stratiotes and S. auriculata on the predation of P. mesopotamicus larvae by P. flavescens. One hundred and twenty larvae of P. mesopotamicus and 24 larvae of P. flavescens were placed in 24aquariums with capacity of 12 L, with one Odonate per aquarium. Treatments were different regarding the species of aquatic plants E. najas, S. auriculata and P. stratiotes, with one control treatment without aquatic plants. One aquarium (12 L) containing one Odonate and 30 P. mesopotamicus larvae was considered one experimental unit. After 18 hours, the Odonates were removed from the aquariums and fish larvae left (alive) were counted in each experimental unit. The survival rate of P. mesopotamicus larvae in the treatment without aquatic plants (control) was significantly lower than in the treatmentwith E. najas. However, the survival rates in the aquariums with floating aquatic plants did not differ from the control. The morphological characteristics of E. najas promoted higher structural complexity in the environment, offering more protection to the fish larvae, and increasing their survival. We concluded that the presence of the submerged aquatic plant E. najas promoted the reduction of predation of P. mesopotamicus larvae by Pantala flavescens.O experimento teve como objetivo estudar a influência de macrófitas aquáticas na predação de larvas de peixe P. mesopotamicus por larvasde P. flavescens Foram utilizadas 720 larvas de P. mesopotamicus e 24 larvas de P. flavescens, distribuídas em 24 aquários com volume útil para 12 L, sendo colocada uma larva de Odonata por aquário. Os tratamentos diferiram quanto à espécie de macrófita E. najas (E),S. auriculata (S) e P. stratiotes (P) sendo mantido um tratamento controle (C) sem macrófitas. Um aquário contendo uma larva de Odonata e 30 larvas de P. mesopotamicus foi considerado uma unidade experimental. Após 18 horas do início do experimento, as Odonatas foram retiradas dos aquários e foi realizada a contagem das larvas de peixe remanescentes (vivas) em cada unidade experimental. A taxa de sobrevivência das larvas de P. mesopotamicus no tratamento sem macrófita (controle) foi significativamente menor quando comparada aotratamento contendo a macrófita submersa E. najas. Entretanto o valor de sobrevivência nos aquários com macrófitas flutuantes não diferiu do controle. As características morfológicas da E. najas promoveram uma maior complexidade estrutural no ambiente, gerando um maior numero de abrigos para as larvas de peixe, aumentando assim a sobrevivência das mesmas. Conclui-se que a presença da macrófita aquática E. najas promove redução na predação das larvas de P. mesopotamicus por larvas de P. flavescens.
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