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Introdução ao problema da linguagem na filosofia de Spinoza / Introduction to the language problem in Spinoza’s philosophy

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Author(s): Gabriel Dirma de Araújo Leitão

Journal: Linguagens e Diálogos
ISSN 2178-1478

Volume: 1;
Issue: 1;
Start page: 24;
Date: 2010;
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Keywords: imaginação | linguagem | signos | imagination | language | signs

ABSTRACT
Em sua teoria do conhecimento, cuja formulação definitiva se encontra na segunda parte da Ethica, Spinoza afirma que o conhecimento que se dá por meio de signos pertence à Imaginação, isto é, ao primeiro gênero de conhecimento, o qual é essencialmente inadequado uma vez que não consegue compreender a natureza das coisas, mas simplesmente as conhece de forma mutilada e confusa. Contudo, atribuir o conhecimento ex signis ao âmbito imaginativo não pode implicar a recusa, por parte de Spinoza, de toda e qualquer utilização de signos a fim de comunicar o conhecimento verdadeiro, sob pena de o próprio texto da Ethica deslegitimar suas pretensões de verdade já no momento mesmo em que se anuncia.In his theory of knowledge, whose ultimate presentation can be found in the second part of the Ethics, Spinoza points out the imaginative (and hence inadequate) nature of the knowledge we have through signs. It means that this knowledge, being essentially fragmented and confused, is in fact unable to understand the genuine nature of things. However, asserting the imaginative nature of the knowledge ex signis can by no means imply that Spinoza is refusing the possibility of each and every usage of signs as a valid way to express adequate ideas, or else the text of the Ethics would be delegitimating its pretensions of truth in the very moment it enunciates itself.
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