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The meaning of education after Abu Ghraib: revisiting Adorno’s politics of education O que pode significar a educação após Abu Ghraib: revisitando a política de educação de Adorno

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Author(s): Henry A. Giroux

Journal: Estudos de Sociologia
ISSN 1414-0144

Volume: 15;
Issue: 28;
Date: 2010;
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Keywords: Educação | Adorno | Auschwitz | Abu Ghraib

ABSTRACT
How might education be used to question the common sense of the war on terrorism or to rouse citizens to challenge the social, political, and cultural conditions that led to the horrible events of Abu Ghraib? Just as crucially, we must ponder the limits of education. Is there a point where extreme conditions shortcircuit our moral instincts and ability to think and act rationally? If this is the case, what responsibility do we have to challenge the reckless violence-as-fi rst-resort ethos of the Bush administration? Such questions extend beyond the events of Abu Ghraib, but, at the same time, Abu Ghraib provides an opportunity to connect the sadistic treatment of Iraqi prisoners to the task of redefi ning pedagogy as an ethical practice, the sites in which pedagogy takes place, and the consequences of pedagogy to rethinking the meaning of politics in the twenty-fi rst century. In order to confront the pedagogical and political challenges arising from the reality of Abu Ghraib, I want to revisit a classic essay by Theodor Adorno in which he tries to grapple with the relationship between education and morality in light of the horrors of Auschwitz. Keywords: Education. Adorno. Auschwitz. Abu Ghraib. Como pode a educação ser usada para questionar o senso comum da guerra ao terrorismo ou para insuflar os cidadãos a desafi ar as condições sociais, políticas e culturais que conduziram aos eventos horríveis de abusos contra prisioneiros iraquianos na prisão americana de Abu Ghraib? Só assim, de modo crucial, podemos ponderar os limites da educação. Até que ponto as condições extremas causam curto-circuito em nossos instintos morais e em nossa capacidade de pensar e agir racionalmente? Se for esse o caso, qual nossa responsabilidade em desafi ar o etos imprudente da “violência como primeiro recurso” da administração de Bush? Tais questões estendem-se além dos eventos de Abu Ghraib, mas, ao mesmo tempo, Abu Ghraib fornece uma oportunidade para relacionar o tratamento sádico aos prisioneiros iraquianos à tarefa de redefi nir a pedagogia como uma prática ética, às situações nas quais a pedagogia acontece e às consequências da pedagogia para repensar o significado da política no século XXI. A fim de confrontar os desafios pedagógicos e políticos originados pela realidade de Abu Ghraib, quero revisitar um ensaio clássico de Theodor Adorno, no qual ele tenta abordar a relação entre a educação e a moralidade à luz dos horrores de Auschwitz. Palavras-chave: Educação. Adorno. Auschwitz. Abu Ghraib.
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