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Mercury bioaccumulation in fish of commercial importance from different trophic categories in an Amazon floodplain lake

Author(s): Sandra Beltran-Pedreros | Jansen Zuanon | Rosseval Galdino Leite | José Reinaldo Pacheco Peleja | Alessandra Barros Mendonça | Bruce Rider Forsberg

Journal: Neotropical Ichthyology
ISSN 1679-6225

Volume: 9;
Issue: 4;
Start page: 901;
Date: 2011;
Original page

Keywords: Biomagnification | Ecotoxicology | Fish quality | Floodplain | Mercury contamination

Thirty-two species of commercially important fish from three trophic levels and nine trophic categories were sampled at a floodplain lake of the Solimões River (Lago Grande de Manacapuru). The fish were analyzed to determine their Hg level and the bioaccumulation, bioconcentration, and biomagnification of this element. The observed increase in mean concentration of mercury (49.6 ng.g-1 for omnivores, 418.3 ng.g-1 for piscivores, and 527.8 ng.g-1 for carnivores/necrophages) furnished evidence of biomagnification. Primary, secondary, and tertiary consumers presented biomagnification factors of 0.27, 0.33, and 0.47, respectively. Significant differences in the bioconcentration and concentration of total Hg occurred between the categories of the third trophic level and the other categories. Plagioscion squamosissimus (carnivorous/piscivorous) and Calophysus macropterus (carnivorous/ necrophagous) showed levels of total Hg above those permitted by Brazilian law (500 ng.g-1). Six other species also posed risks to human health because their Hg levels exceeded 300 ng.g-1. Fifteen species showed bioaccumulation, but only eight presented significant correlations between the concentration of Hg and the length and/or the weight of the fish.Trinta e duas espécies de peixes de importância comercial de três níveis tróficos e nove categorias tróficas foram amostradas em um lago de várzea do rio Solimões (Lago Grande de Manacapuru). Os peixes foram analisados para determinar seu nível de contaminação por mercúrio e a bioacumulação, bioconcentração e biomagnificação desse elemento. O aumento na concentração média de mercúrio (49,6 ng.g-1 para os onívoros, 418,3 ng.g-1 para os piscívoros e 527,8 ng.g-1 para os carnívoros/necrófagos) representa evidência de biomagnificação. Consumidores primários, secundários e terciários apresentaram fatores de biomagnificação de 0,27, 0,33 e 0,47, respectivamente. Houve diferença significativa na bioconcentração e na concentração de mercúrio total entre as categorias do terceiro nível trófico e as demais. Plagioscion squamosissimus (carnívoros / piscívoros) e Calophysus macropterus (carnívoros / necrófagos) apresentaram níveis de mercúrio acima do permitido por lei (500 ng.g-1). Seis outras espécies também apresentam riscos para a saúde humana porque seus níveis de mercúrio ultrapassaram 300 ng.g-1. Quinze espécies apresentaram bioacumulação, mas apenas oito apresentaram correlações significativas entre a concentração de mercúrio e o tamanho e/ou o peso do peixe.

Tango Rapperswil
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