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Modelo de fila hipercubo com múltiplo despacho e backup parcial para análise de sistemas de atendimento médico emergenciais em rodovias

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Author(s): Ana Paula Iannoni | Reinaldo Morabito

Journal: Pesquisa Operacional
ISSN 0101-7438

Volume: 26;
Issue: 3;
Start page: 493;
Date: 2006;
Original page

Keywords: sistemas emergenciais | modelo hipercubo de filas | despacho de ambulâncias | rodovias | emergency medical systems | hypercube queuing model | ambulance deployment | highways

ABSTRACT
O modelo hipercubo é um modelo de filas espacialmente distribuídas baseado em aproximações Markovianas para analisar a configuração e operação de sistemas emergenciais servidor-para-cliente, em que os servidores se deslocam até os clientes. Neste estudo adaptamos este modelo para tratar sistemas de atendimento médico emergenciais (SAEs) em rodovias com políticas particulares de despacho, em que somente algumas ambulâncias do sistema podem atender chamadas em uma dada região (backup parcial), e duas ou mais ambulâncias idênticas ou diferenciadas podem atender uma única chamada (múltiplo despacho). Também consideramos situações em que uma ambulância pode se encontrar ocupada em sua própria base atendendo uma chamada não emergencial, isto é, sem ter que se deslocar na rodovia. Resultados computacionais da aplicação do modelo num estudo de caso de um SAE de uma concessionária de rodovias no interior de São Paulo são apresentados e analisados.The hypercube is a spatially distributed queuing model based on Markovian analysis approximations to analyze the configuration and operation of server-to-customer emergency systems, in which servers travel to the locations of the customers. In the present study we adapt the model to analyze emergency medical systems (EMS) on highways operating with particular dispatching policies, which considers that only certain ambulances in the system can service calls in a given region (partial backup), and two or more identical or distinct ambulances can simultaneously service a single call (multiple dispatch). We also consider the situations in which an ambulance is busy in its base servicing a non-emergency call (i.e. it does not need to travel along the highway). Computational results of the model application to a case study of an EMS operating on highways in São Paulo state are presented and analyzed.

Tango Rapperswil
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