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Nomeação e fluência verbal em portadores de Esclerose Múltipla =Naming and verbal fluency in patients with Multiple Sclerosis

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Author(s): Guaresi, Ronei et al.

Journal: Letras de Hoje
ISSN 0101-3335

Volume: 48;
Issue: 1;
Start page: 40;
Date: 2013;
Original page

Keywords: LINGUÍSTICA | LINGUAGEM | ESCLEROSE MÚLTIPLA

ABSTRACT
O presente trabalho investigativo desenvolve-se por meio de um estudo transversal e correlacional. O objetivo foi o de investigar o funcionamento da linguagem através da capacidade de nomeação e de fluência verbal de pacientes com Esclerose Múltipla. Foram realizadas avaliações neuropsicológicas em 42 portadores com Esclerose Múltipla e 30 participantes para grupo de controle. Os resultados permitem fazer as seguintes afirmações: a fluência verbal, tanto fonológica quanto semântica, é comprometida em portadores de Esclerose Múltipla; a nomeação não é afetada nesses pacientes; embora a Esclerose Múltipla comprometa significativamente a fluência verbal, essa doença não compromete necessariamente memória e inteligência; há estreita relação entre déficits em fluência e redução da velocidade de processamento de informações; a variável sexo não interfere no desempenho cognitivo desses pacientes; a variável escolaridade não interfere no desempenho cognitivo desses pacientes, exceto no subteste Vocabulário. This investigative research work is developed through a cross-sectional and correlational study. The objective was to investigate the functioning of language through naming ability and verbal fluency in patients with multiple sclerosis. Neuropsychological assessments were performed in 42 patients with Multiple Sclerosis and 30 participants in the control group. The results allow the following statements: verbal fluency, both phonological and semantic, is compromised in patients with multiple sclerosis, the naming ability is not affected in these patients; although Multiple Sclerosis compromises verbal fluency, it does not necessarily compromise memory and intelligence; there is a close relationship between fluency deficits and reduced speed of information processing; the gender variable does not interfere in cognitive performance in those patients; the education variable does not interfere in the cognitive performance, except in the Vocabulary subtest.

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