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Nutritional education: a tool for healthy feeding

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Author(s): Sara Maria Moreira Limeverde | Querubina Bringel Olinda

Journal: Revista Brasileira em Promoção da Saúde
ISSN 1806-1222

Volume: 23;
Issue: 3;
Start page: 197;
Date: 2010;
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ABSTRACT
Em 2007, no Brasil, as doenças do aparelho circulatório levaram 308.466 pessoas ao óbito, contribuindo com 31,89% de todas as mortes. Em conjunto, elas representaram uma taxa de 162,9 óbitos por cem mil habitantes. As neoplasias, no ano referido, dentro dos grandes grupos de causas de morte, resultaram numa carga de 159.092 óbitos, contribuíram com 16,7% de todas as mortes e conceberam uma taxa de mortalidade específica de 84,0 óbitos por cem mil habitantes(1). Essas doenças têm importantes fatores de risco, claramente descritos na literatura. Entre eles, encontramos os fatores ambientais como tabagismo,alcoolismo, prática de atividade física e alimentação. Alimentação saudável. Muitos são os conceitos dados ao ato de alimentarse. Quando falamos em alimentação saudável devemos pensar em qualidadee quantidade do que ingerimos. Os alimentos saudáveis têm sido colocados em diferentes mídias como promotores de saúde e os estudos epidemiológicos mostram uma relação inversa entre o consumo de frutas e vegetais, associados à prática de atividade física, com a redução do risco de doenças crônicas, como as cardiovasculares e o câncer(2). O efeito protetor da alimentação inicia-se com as práticas alimentares da infância, com o ato de amamentar e de oferecer uma alimentação equilibrada para as crianças. O consumo alimentar dos pais, certamente é determinante nas escolhas alimentares das crianças e, portanto, responsável pela provável garantia de uma alimentação promotora de saúde. O poder aquisitivo das famílias nem sempre é garantidor de escolhas alimentares saudáveis. Doces, enlatados, embutidos,churrascos refrigerantes são alimentos frequentes no consumo alimentar dos indivíduos, independente do seu poder aquisitivo. Ao contrário, frutas, vegetais, cereais integrais são alimentos de segunda escolha e seu baixo consumo está associado ao aumento do risco de obesidade, câncer, dislipidemias. Nesse contexto de alimentação saudável encontramos outro aspecto importante, chamado conhecimento nutricional. Nem sempre, o “saber sobre alimentação” promove um consumo alimentar adequado. O conhecimento não necessariamente leva a mudanças de hábitos alimentares. É indispensável educar, é necessário a educação nutricional. Atividades educativas que trabalhem conteúdos alimentares e busquem inseri-los na realidade dos indivíduos podem ser realizadas em qualquer ambiente, como escolas, creches, hospitais, centros comunitários e podem promover mudanças de conhecimento e de práticas alimentares. A educação que promove construção de conhecimento promove mudança. Assim, se consegue melhorar hábitos alimentares de adultos e crianças e promover saúde. Com o trabalho de base em educação nutricional potencializa-se uma longevidade saudável, redução da mortalidade pelas doenças referidas em faixa etária de adulto jovem, uma redução substancial em perdas afetivas prematuras e de gastos no Setor Saúde

Tango Jona
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