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Ochratoxin A in coffee: control and analitical methodology with emphasis in food safety/
Ocratoxina A em café: controle e metodologia analítica com ênfase a inovação no contexto de segurança alimentar

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Author(s): Simone Fujii | Elisabete Yurie Sataque Ono | Elisa Yoko Hirooka

Journal: Semina : Ciências Agrárias
ISSN 1676-546X

Volume: 23;
Issue: 2;
Start page: 273;
Date: 2002;
Original page

Keywords: Ocratoxina | Café | Cafeína | Segurança alimentar.

ABSTRACT
The Brazilian coffee is one of the most important product in the national and international trade, with emphasis on fungal and ochratoxin A (OTA) contamination. The caffeine is spotted among natural mechanism of defense capable to inhibit mycotoxins production, including OTA which is continuously discussed in the globalized world. Concerning that transgenic plants produced by molecular techniques are motive of serious barriers in the food safety, the classic toxin monitoring still continues option for safety problem solution. The disadvantages concerning chemical methods stimulated development of enzyme linked immunosorbent assay (ELISA), and imunoaffinity as promising alternative for the detection of OTA. With intention to guarantee the quality of coffee, the revision discerns about caffeine as a component of natural defense of plant, in parallel to highly sensitive simple tool, which can be indispensable for ochratoxin diagnosis at field level.A cafeicultura brasileira se destaca no mercado interno e comércio exterior, com ênfase a contaminação fúngica e ocratoxina A (OTA). A cafeína destaca-se entre os componentes naturais de defesa capazes de inibir produção de micotoxinas em café, inclusive a ocratoxina A (OTA), que vem constituindo num dos tópicos primordiais no controle de qualidade no mundo globalizado. Considerando que a garantia de matéria prima através de técnicas moleculares apresenta sérias barreiras na segurança alimentar, o constante monitoramento de toxinas ainda constitui opção para solução imediata do problema. As desvantagens inerentes à metodologia analítica química estimularam o emprego de imunoensaio “enzyme linked immunosorbent assay” (ELISA) e colunas de imunoafinidade como alternativas promissoras na detecção de OTA em alimentos. Visando garantir a qualidade de café sob o tópico de segurança alimentar, a revisão discerne sobre cafeína como componente de defesa natural de planta, aliado a métodos simples de elevada sensibilidade, indispensáveis no diagnóstico rápido de ocratoxinas a nível de campo.

Tango Rapperswil
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