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Peroxidase activity in Spondias dulcis = Atividade da peroxidase em Spondias dulcis

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Author(s): Dayse Pereira Barbosa Souza | Ingrid Chastinet Ribeiro Costa | Lucia Moreira Campos Paiva | Enrique Guillermo Oestreicher | Márcio Eduardo Berezuk | Lúcio Cardozo-Filho

Journal: Acta Scientiarum : Technology
ISSN 1807-8664

Volume: 32;
Issue: 4;
Start page: 341;
Date: 2010;
Original page

Keywords: Spondias dulcis | peroxidase | extraction | heat-inactivation | Spondias dulcis | peroxidase | extração | inativação térmica

ABSTRACT
In this study, the best conditions to obtain crude extracts showingPeroxidase activity from Spondia dulcis (caja-mango) were evaluated. Fresh fruits (25 g) were blended in different sodium phosphate buffer (0.05 to 0.2 M) with a pH varying from 3.0 to 9.0. The muddy material was centrifuged for 20 minutes. In order to improve POD activity, the crude extract was submitted to precipitation with ammonium sulfate at 90% saturation. This precipitated was re-suspended in sodium phosphate buffer 0.2 M pH 6.5 and then, optimum pH for activity assay (pH varying from 5.0 to 9.0) and thermal stability (exposure to different temperatures varying from 30 to 75ºC for periods between 0 to 15 minutes) were determined. The best conditions for activity assay were in phosphate buffer 0.2 M at pH7.0. The results obtained for thermal inactivation study suggest that the heating at 75ºCfor 15 minutes inactivated 95% of initial POD activity.Foram avaliadas, neste trabalho, algumas condições para a obtenção de extratos brutos com atividade peroxidase de Spondias dulcis (cajá-manga). Frutas frescas (25 g) foram trituradas com tampão fosfato de sódio (0,05 a 0,2 M) em pHs diferentes (3,0 a 9,0). O material obtido foi centrifugado por 20 min. O extrato bruto foi submetido à precipitação com sulfato de amônio até 90% de saturação. Este precipitado foi ressuspenso em tampão fosfato de sódio 0,2 M pH 6,5 e, assim, o pH ótimo para o ensaio de atividade (pH que varia de 5,0 a 9,0) e a estabilidade térmica (exposição a temperaturas de 30, 60, 65, 70 e 75ºC por um período de 0 a 15 min.) deste foram determinados. As melhores condições encontradas para o ensaio de atividade foram em tampão fosfato 0,2 M pH 7,0. Os resultados para a inativação térmica sugerem que o aquecimento a 75ºC por 15 mininativa 95% da atividade de POD inicial.
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