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Quem é bom (e eu gosto) é bonito: efeitos da familiaridade na percepção de atratividade física em pré-escolares

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Author(s): Lee-Manoel Cristina Landgraf | Morais Maria de Lima Salum e | Bussab Vera Silvia Raad | Otta Emma

Journal: Psicologia: Reflexão e Crítica
ISSN 0102-7972

Volume: 15;
Issue: 2;
Start page: 271;
Date: 2002;
Original page

Keywords: Atratividade física | escolhas sociométricas | características comportamentais | auto-percepção

ABSTRACT
O estudo procurou determinar a relação entre julgamentos de atratividade física, indicadores sociométricos e atributos comportamentais em pré-escolares. A atratividade das crianças foi avaliada por três adultas familiarizadas com elas, por três adultas que não as conheciam, por seus colegas e por elas próprias. Foram apuradas as escolhas positivas e negativas que cada criança recebeu. As crianças julgaram o comportamento dos colegas dentro de quatro dimensões: alegre/ triste; agressivo/ não agressivo; sociável/ isolado; colaborador/ perturbador. Para avaliar a autopercepção das crianças, aplicou-se a Escala Ilustrada de Competência e Aceitação Social Percebidas para Crianças. Encontraram-se correlações significativas entre a avaliação de atratividade física segundo adultas familiarizadas e segundo os colegas com escolhas positivas e com atributos comportamentais pró-sociais. Os resultados denotam ligações entre afeto, julgamento de atratividade e avaliações comportamentais bem estabelecidas em crianças de 5 anos, indicando que o efeito do estereótipo torna-se menor à medida que aumenta o grau de informação sobre a pessoa que está sendo julgada.
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