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Reproduction of duckbill catfish Sorubim lima in captivity (Siluriformes, Pimelodidae) by means of hormonal induction/
Reprodução em cativeiro do jurupecê Sorubim lima (Siluriformes, Pimelodidae) por meio de indução hormonal

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Author(s): Oscar Akio Shibatta | José Luiz Novelli | João Henrique Pinheiro Dias | Sandro Geraldo de Castro Britto | Mauro Caetano Filho

Journal: Semina : Ciências Agrárias
ISSN 1676-546X

Volume: 32;
Issue: 1;
Start page: 363;
Date: 2011;
Original page

Keywords: Hipofização | Peixes migratórios | Bico-de-pato | Bagre.

ABSTRACT
Sorubim lima is a migratory catfish that do not reproduce in lenthic environments such as those formed after construction of hydroelectric power plants. An alternative for conservation of the species in these environments is the stocking with fingerlings produced in captivity. The technique used to reproduce it in captivity was the induction by carp pituitary hormone, with dosage of 5 mg.kg-1 for females (1 mg.kg-1 in the first dose and 4 mg.kg-1 in the second) and 3 mg.kg-1 for males (1 mg.kg-1 in the first dose and 2 mg.kg-1 in the second), with an interval of 14 hours. The determination of extrusion moment of oocytes was made by monitoring the migration of nucleus from central to peripheral position. After UTA 264.5 (accumulated thermal units) the oocytes were obtained by compression of the ventral region of the female, but males were sacrificed for extraction of sperm. The eggs were kept in an incubator and the time of hatching of larvae was 370 UTA. The larvae were initially fed with plankton and showed no cannibalism. Moreover, they were not demanding about the food, accepting prepared rations after fifteenth day of life. The weight gain of larvae was very low, even close to 20 mm in length (14 days), not exceeding 0.05 mg per day. After that both weight and length increased rapidly.Sorubim lima é um bagre migratório que não se reproduz em ambientes lênticos como os que são formados após a construção de usinas hidrelétricas. Uma das alternativas para conservação da espécie nesses ambientes é a estocagem com alevinos produzidos em cativeiro. A técnica utilizada para a sua reprodução em cativeiro foi a da indução por hormônio hipofisário de carpa, com dosagem de 5 mg.kg-1 para fêmeas (1 mg.kg-1 na primeira dose e 4 mg.kg-1 na segunda) e 3 mg.kg-1 para machos (1 mg.kg-1 na primeira dose e 2 mg.kg-1 na segunda), com intervalo de 14 horas. A determinação do momento da extrusão dos óvulos foi feita pelo acompanhamento da migração do núcleo de sua posição central para a periférica. Após 264,5 UTA (unidades térmicas acumuladas) os óvulos foram obtidos por compressão da região ventral da fêmea, mas os machos foram sacrificados para extração dos espermatozóides. Os ovos foram mantidos em incubadora e o tempo de eclosão das larvas foi de 370 UTA. As larvas foram alimentadas inicialmente com plâncton e não apresentaram canibalismo. Além disso, não foram exigentes quanto à alimentação, aceitando rações preparadas após o décimo quinto dia de vida. O ganho de peso das larvas foi muito baixo, até próximo a 20 mm de comprimento total (14º dia), não ultrapassando 0,05 mg por dia. Após esse período tanto o peso quanto o comprimento aumentaram rapidamente.

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