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Riscos Empresariais Divulgados nas Ofertas Públicas de Ações no Brasil

Enterprise Risk Disclosed in Initial Public Offering in Brazil

Riesgos Empresariales Divulgados en las Ofertas Públicas de Acciones en Brasil

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Author(s): CUNHA, Paulo Roberto da | SILVA, Júlio Orestes da | FERNANDES, Francisco Carlos

Journal: Revista Brasileira de Gestão de Negócios
ISSN 1806-4892

Volume: 13;
Issue: 41;
Start page: 454;
Date: 2011;
Original page

Keywords: Risco | Evidenciação | IPO | Oferta pública de açõesRisk | Disclosure | IPO | Initial public offeringRiesgo | Exposición | IPO | Oferta pública de acciones

ABSTRACT
RESUMOA regulamentação vigente no Brasil determina que empresas que desejam captar recursos no mercado de capitais por meio de emissão de ações devem elaborar um Prospecto de Oferta Pública de Ações no qual devem informar, entre outros fatores, todos os riscos que podem afetar o negócio. O objetivo deste artigo é investigar o nível de evidenciação dos riscos empresariais informados nesses prospectos. O delineamento metodológico foi descritivo com uma abordagem qualitativa. O objeto de análise consistiu nos Prospectos Definitivos de Oferta Pública de Ações listados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no ano de 2008. A amostra consistiu em 10 empresas de diversos segmentos. Adotou-se um critério de pontuação por meio do qual foi verificado que o percentual médio de pontuação atingido foi de 59% de evidenciação. Foram definidos também indicadores do nível de evidenciação por categoria de risco e por empresa. Esse percentual variou entre 42% da categoria “riscos da emissora” até 85% na categoria “riscos relacionados ao acionista”. Quanto à pontuação das empresas, a menor pontuação foi obtida pela Le Lis Blanc, com 51%, enquanto a Vale do Rio Doce obteve a maior pontuação, 66% do total possível. Como conclusão geral, constatou-se que o nível de evidenciação de riscos nos prospectos de oferta de ações ainda não é satisfatório. Possíveis causas para esse fenômeno são analisadas.ABSTRACTThe current legislation in Brazil requires that companies wishing to raise funds in capital markets through issuance of shares shall prepare a prospectus for Initial Public Offering (IPO) in which they inform, among other things, all risks that may affect the business. The aim of this paper is to investigate the level of disclosure of business risks reported in these prospectuses. The methodological design was a descriptive qualitative approach. The object of analysis consisted of the final prospectus for IPO listed in the Brazilian Securities Commission (CVM) in 2008. The sample consisted of 10 companies from various segments. We have adopted a criterion score by which it was found that the average percentage score achieved was 59% of disclosure. We have also defined indicators of the level of disclosure by risk category and by company. Within these categories, this percentage ranged from 42% of the category “risks of issuing” up to 85% in category “risks related to the shareholder”. As for the scores of companies, the lowest score was obtained by Le Lis Blanc, 51%, while the Vale do Rio Doce has obtained the highest score, 66% of the total possible. In conclusion, it was found that the level of disclosure of risks in stock offering prospectus is not yet satisfactory. Possible causes for this phenomenon are analyzed.RESUMENLa reglamentación vigente en Brasil determina que las empresas que desean captar recursos financieros el mercado de capitales mediante la emisión de acciones deberán elaborar un Prospecto de Oferta Pública de Acciones (OPI) en el que deben informar, entre otras cosas, todos los riesgos que pueden afectar el negocio. El objetivo de este artículo es investigar el grado de exposición de los riesgos empresariales informados en estos prospectos. El diseño metodológico fue descriptivo con un enfoque cualitativo. El objeto de análisis consistió en los Prospectos Definitivos de Oferta Pública de Acciones, catalogados en la Comisión de Valores Mobiliarios (CVM) en 2008. La muestra abarcó 10 empresas de diversos segmentos. Se adoptó un criterio de puntuación que permitió corroborar que el porcentaje medio de puntuación alcanzado fue del 59% de exposición. También se definieron indicadores del grado de exposición por categoría de riesgo y por empresa. Ese porcentaje osciló entre el 42% de la categoría “riesgos del emisor” hasta un 85% en la categoría “riesgos relacionados con el accionista.” En lo que se refiere a la puntuación de las empresas, el puntaje más bajo lo obtuvo Le Lis Blanc, con el 51%, mientras que la Vale do Rio Doce obtuvo la puntuación más alta, el 66% del total posible. En conclusión, se constató que el grado de exposición de riesgos mediante los prospectos de oferta de acciones aún no es satisfactorio. Se analizan las posibles causas de este fenómeno.

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