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Seaweed flour (“Lithothamnium calcareum”) as a mineral supplement in the bone healing of a cortical autograft in dogs Farinha de algas marinhas (“Lithothamnium calcareum”) como suplemento mineral na cicatrização óssea de autoenxerto cortical em cães

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Author(s): João Moreira Costa Neto | Raquel Graça Teixeira | Marcelo Jorge Cavalcanti de Sá | Alessandra Estrela Lima | Glauber Sergio Jacinto-Aragão | Marcelo Weinstein Teixeira | Emanoel Ferreira Martins Filho | Julia Morena de Miranda Leão Toríbio | Adílio Santos de Azevedo

Journal: Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal
ISSN 1519-9940

Volume: 11;
Issue: 1;
Date: 2010;
Original page

ABSTRACT
The influence of the seaweed flour (Lithothamnium calcareum) was evaluated as a mineral supplement in during healing of bone failure reconstructed with a cortical autograft. Ten adult male mongrel dogs, weighing between 10 and 15kg, were used. The graft made of a cilinder block of the cortical bone was obtained by the ulna proximal diaphysis by ostectomy with a trephine of eight millimeters. In the same way, it was created a bone failure located in the middle-skull region of the proximal diaphysis of the ipsolateral tibia, and it served as a receptor bed. Two experimental groups were formed randomly, with five animals each. One group received a daily mineral supplement of seaweed flour for 30 consecutive days, and the other served as a control group. Clinical, radiological, and histopatological evaluations of bone healing were performed. Mineral supplementation with seaweed flour (Lithothamnium calcareum) contributed to a better cicatricial performance, since both the degree of radiopacity and the number of osteoclasts were higher in treated animals.Foi avaliada, em cães, a influência da farinha de algas marinhas (Lithothamnium calcareum) como suplemento mineral na cicatrização de falha óssea cortical reconstituída com autoenxerto cortical. Foram utilizados dez cães adultos, machos, sem raça definida, com peso entre 10 e 15kg. O enxerto, constituído de um bloco cilíndrico de osso cortical foi obtido da diáfise proximal da ulna, mediante ostectomia com trefina de oito milímetros de diâmetro. Igualmente criada, a falha óssea, localizada na região crânio-medial da diáfise proximal da tíbia ipsolateral, serviu como leito receptor. Efetuou-se separação aleatória em dois grupos experimentais, com cinco animais cada. Um grupo recebeu suplementação mineral diária à base de farinha de algas marinhas por 30 dias consecutivos, e o outro serviu como controle. Foram feitas avaliações clínicas, radiográficas e histopatológicas da evolução da cicatrização óssea. Concluiu-se que a suplementação à base de algas marinhas Lithothanium calcareum contribuiu para um melhor desempenho cicatricial, uma vez que tanto o grau de radiopacidade como o número de osteclastos foram maiores nos animais tratados.
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