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Size composition, monthly condition factor and morphometrics for fishery-dependent samples of Rioraja agassizi (Chondrichthyes: Rajidae), off Santos, Southeast Brazil

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Author(s): M. Cristina Oddone | Alberto F. de Amorim | Patrícia L. Mancini | Walter Norbis

Journal: Neotropical Ichthyology
ISSN 1679-6225

Volume: 5;
Issue: 3;
Start page: 415;
Date: 2007;
Original page

Keywords: Skates | Depth | Total length | Elasmobranch | Sex ratio

ABSTRACT
Specimens of Rioraja agassizi were collected monthly off Santos, Southeast Brazil, between latitudes 23º37'S and 27º40'S, from March, 2005 to March, 2006. A total number of 278 males and 1023 females were captured. Observed depth range was 10-120 m, being the species absent above 120 m. Sex ratio significantly favored females. The entire length range of R. agassizi was observed. Females ranged in length from 16.0 to 59.4 cm and males from 13.0 to 47.2 cm. Mean female length was significantly higher than that of males. For grouped length distributions, asymmetry patterns were observed in both sexes. Length-width functions were sexually dimorphic. Males with lengths < 24.5 cm were relatively wider than females. Length-total weight curves were significantly different than length-gutted weight ones, in both sexes. Females were heavier than males for a given TL class. The angular coefficient b was significantly 3 (positive allometry). The monthly variation of the condition factor showed significant differences in both sexes.Espécimes de Rioraja agassizi foram mensalmente coletados em águas ao largo de Santos, sudeste do Brasil entre as latitudes 23º37'S e 27º40'S, desde março de 2005 até março de 2006. Um total de 278 machos e 1023 fêmeas foi capturado. A amplitude de profundidade de ocorrência foi 10-120 m, estando a espécie ausente em profundidades >120 m. A razão sexual favoreceu as fêmeas. A amplitude completa de comprimentos de R. agassizi esteve representada e oscilou nas fêmeas entre 16.0-59.4 cm comprimento e nos machos entre 13.0-47.2 cm. O tamanho médio das fêmeas foi significativamente maior do que dos machos. A distribuição de freqüência de comprimentos por amostras agrupadas foi assimétrica em ambos os sexos. As curvas da relação comprimento-largura foram sexualmente dimórficas. As fêmeas foram mais largas que os machos em todas as classes de comprimento maiores do que 25 cm. As curvas comprimento-peso total foram significativamente diferentes das curvas comprimento-peso eviscerado em ambos os sexos. As fêmeas foram mais pesadas do que os machos para uma determinada classe de comprimento. O coeficiente angular b foi 3). O fator de condição variou significativamente ao longo do ano em ambos os sexos.

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