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Toxins of cyanobacteria and microalgae: a challenge for aquatic ecotoxicology Toxinas de cianobactérias e microalgas marinhas: um desafio para a ecotoxicologia aquática

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Author(s): Manildo Marcião de Oliveira | Moacelio Veranio Silva Filho | Jayme da Cunha Bastos | Maria Helena Campos Baeta Neves

Journal: Boletim do Observatório Ambiental Alberto Ribeiro Lamego
ISSN 1981-6197

Volume: 4;
Issue: 1;
Start page: 57;
Date: 2011;
Original page

Keywords: Toxinas | Cianobactéria | Algas nocivas

ABSTRACT
The purpose of this review is to draw attention to the growing number of secondary metabolites produced by microorganisms in aquatic environments, specially cyanobacteria and marine microalgae. The first group is a producer of major hepatotoxins, neurotoxins and dermatotoxins. Cyanobacteria are responsible for most poisoning events in epicontinental aquatic environments. Eukaryotic microalgae, in marine environments such as diatoms and dinoflagellates, are great producers of a variety of phycotoxins. These syndromes are caused by consumption of contaminated mussels or ciguatera intoxication by consumption of fish (CFP). The current situation demands attention because many events occur and are not notified for important historical studies on seasonal flower blooms. Methodological issues and skilled labor also hinder more precise diagnosis of the blooms. The cooperation between different professionals with different backgrounds as taxonomists, chemists, biologists and environmental engineers is essential for ecotoxicological studies on the risk assessment of these blooms and suggest changes in environmental legislation.O objetivo desta revisão é de chamar a atenção para o crescente número de metabólitos secundários produzidos por microrganismos em ambientes aquáticos. Em especial pelas cianobactérias e pelas microalgas marinhas. O primeiro grupo é produtor de toxinas que têm por alvo o fígado, os nervos e a pele. As cianobactérias são as maiores responsáveis por eventos de intoxicação em ambientes aquáticos epicontinentais. Em ambientes marinhos, microalgas eucariotas como as diatomáceas e principalmente os dinoflagelados são produtores de ampla variedade de ficotoxinas. Ficotoxinas são causadoras de síndromes após consumo de mexilhão contaminado ou intoxicação ciguatérica por consumo de peixe (CFP). O quadro atual sinaliza atenção, pois muitas florações ocorrem sem notificação, o que impede importantes estudos sobre a história de florações sazonais. Aspectos metodológicos e de mão de obra qualificada também dificultam diagnósticos mais precisos sobre as florações. A cooperação entre profissionais com distintas formações como taxonomistas, químicos, biólogos e engenheiros ambientais é a base para estudos ecotoxicológicos que possam avaliar o risco destas florações e sugerir adaptações na legislação ambiental.
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