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Use of coconut meal in slaughter pig diets Uso de farelo de coco nas dietas de suínos para abate

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Author(s): José Evânio da Costa Siebra | Maria do Carmo Mohaupt Marques Ludke | Jorge Vitor Ludke | Teresinha Marisa Bertol | Wilson Moreira Dutra Júnior

Journal: Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal
ISSN 1519-9940

Volume: 10;
Issue: 3;
Date: 2009;
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ABSTRACT
In this experiment, the swine bioeconomic performance and carcass characteristics, due to coconut meal (FC) inclusion in diets, were evaluated. Twenty hybrid barrows, Landrace x Large White, with average weight of 19.7±2.9kg, at the beginning of diet supply, were used and slaughtered after 12 weeks with average weight of 89.2±5.2 kg and 149 days of age. The experiment was established at Escola Agrotecnica Federal in Sousa-PB. Increasing levels of coconut meal (0%, 10%, 20% and 30%) replaced partially hominy feed and soybean meal in isoproteic, isocaloric and isolisinic diets. It was used a randomized block design with four treatments and five repetitions. The parameters evaluated were: feed consumption, final and slaughter weight, hot and cold carcass weights, gross income and gross margin per carcass, percentage of weight loss due to chilling, hot and cold carcass yield and yields of main cuts (ham, sirloin, shoulder+picnic, belly+ribs and boston butt), backfat thickness, loineye area, carcass length and lean to fat ratio. It was concluded that 22.8 % of coconut meal may be included in slaughter swine diets, replacing partially hominy feed and soybean meal.Objetivou-se, por meio do experimento, avaliar o desempenho bioeconômico e as características de carcaça de suínos mediante à inclusão de farelo de coco (FC) na ração. Foram utilizados 20 suínos machos castrados, híbridos Landrace x Large White, com 19,7±2,9 kg ao início do experimento e abatidos, após 12 semanas, com 89,2±5,2 kg e 149 dias de idade. O experimento foi realizado na Escola Agrotécnica Federal de Sousa-PB. Os níveis crescentes de farelo de coco (0%, 10%, 20% e 30%) substituíram parcialmente o farelo residual de milho e o farelo de soja em dietas isoprotéicas, isocalóricas e isolisínicas. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados com quatro tratamentos e cinco repetições. Os parâmetros avaliados foram o consumo total de ração, os pesos (final, de abate e das carcaças quente e fria), a receita e margem bruta por carcaça, a porcentagem de perda de peso por resfriamento, os rendimentos das carcaças quente e fria e dos principais cortes (pernil, carré, paleta, barriga + costela, sobrepaleta), a espessura do toucinho, a área de olho de lombo, o comprimento de carcaça e a relação carne:gordura. Conclui-se que é possível incluir 22,8 % de farelo de coco nas dietas de suínos para abate, com a substituição parcial do farelo residual de milho e do farelo de soja.
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