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Viagens e paragens da (e na) literatura caboverdiana Viagens e paragens da (e na) literatura caboverdiana Viagens e paragens da (e na) literatura caboverdiana Viagens e paragens da (e na) literatura caboverdiana

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Author(s): Maria da Graça Gomes de Pina

Journal: Confluenze. Rivista di Studi Iberoamericani
ISSN 2036-0967

Volume: 2;
Issue: 1;
Start page: 185;
Date: 2010;
Original page

ABSTRACT
Ever since Homer, the islands have been considered strongly attractive and inspirational places. Actually, to travel to, from or on the islands, is a way of escaping. The Cape Verdean writers, such as the latest winner of the Camões Prize, haven’t set aside their indestructible bond with the cradle of their birth. The narratological “insular” space both unites and sets apart the writers. Examples could be named of insular writers whose conflict with the islands turned that space into a “continental” one. Our goal is to research the “insular” metaphors and to show that, although the presence of the “island” is constant, the modern Cape Verdean writer, aims at transposing the spatial limit of the island itself. Keywords: voyage, Cape Verde, space. Desde Homero que as ilhas têm vindo a ser espaços de grande atracção e fonte inspiradora. Na realidade, viajar para, nas e das ilhas é um meio de fuga. Os escritores caboverdianos, como o mais recente vencedor do Prémio Camões, não deixaram de lado a sua ligação indestrutível com o próprio berço. O espaço narratológico ‘insular’ une, e simultaneamente distingue, os escritores entre si. Poder-se-iam citar exemplos de escritores insulares, cujo conflito com as ilhas fez com que esse espaço se tornasse ‘continental’. O nosso propósito é o de investigar as metáforas ‘insulares’ e mostrar que, não obstante a ‘ilha’ esteja sempre presente, o hodierno escritor caboverdiano pretende transpor o seu limite espacial. Palabras clave: viagem, Cabo Verde, espaço.Ever since Homer, the islands have been considered strongly attractive and inspirational places. Actually, to travel to, from or on the islands, is a way of escaping. The Cape Verdean writers, such as the latest winner of the Camões Prize, haven’t set aside their indestructible bond with the cradle of their birth. The narratological “insular” space both unites and sets apart the writers. Examples could be named of insular writers whose conflict with the islands turned that space into a “continental” one. Our goal is to research the “insular” metaphors and to show that, although the presence of the “island” is constant, the modern Cape Verdean writer, aims at transposing the spatial limit of the island itself. Keywords: voyage, Cape Verde, space. Desde Homero que as ilhas têm vindo a ser espaços de grande atracção e fonte inspiradora. Na realidade, viajar para, nas e das ilhas é um meio de fuga. Os escritores caboverdianos, como o mais recente vencedor do Prémio Camões, não deixaram de lado a sua ligação indestrutível com o próprio berço. O espaço narratológico ‘insular’ une, e simultaneamente distingue, os escritores entre si. Poder-se-iam citar exemplos de escritores insulares, cujo conflito com as ilhas fez com que esse espaço se tornasse ‘continental’. O nosso propósito é o de investigar as metáforas ‘insulares’ e mostrar que, não obstante a ‘ilha’ esteja sempre presente, o hodierno escritor caboverdiano pretende transpor o seu limite espacial. Palabras clave: viagem, Cabo Verde, espaço.Ever since Homer, the islands have been considered strongly attractive and inspirational places. Actually, to travel to, from or on the islands, is a way of escaping. The Cape Verdean writers, such as the latest winner of the Camões Prize, haven’t set aside their indestructible bond with the cradle of their birth. The narratological “insular” space both unites and sets apart the writers. Examples could be named of insular writers whose conflict with the islands turned that space into a “continental” one. Our goal is to research the “insular” metaphors and to show that, although the presence of the “island” is constant, the modern Cape Verdean writer, aims at transposing the spatial limit of the island itself. Keywords: voyage, Cape Verde, space. Desde Homero que as ilhas têm vindo a ser espaços de grande atracção e fonte inspiradora. Na realidade, viajar para, nas e das ilhas é um meio de fuga. Os escritores caboverdianos, como o mais recente vencedor do Prémio Camões, não deixaram de lado a sua ligação indestrutível com o próprio berço. O espaço narratológico ‘insular’ une, e simultaneamente distingue, os escritores entre si. Poder-se-iam citar exemplos de escritores insulares, cujo conflito com as ilhas fez com que esse espaço se tornasse ‘continental’. O nosso propósito é o de investigar as metáforas ‘insulares’ e mostrar que, não obstante a ‘ilha’ esteja sempre presente, o hodierno escritor caboverdiano pretende transpor o seu limite espacial. Palabras clave: viagem, Cabo Verde, espaço.Ever since Homer, the islands have been considered strongly attractive and inspirational places. Actually, to travel to, from or on the islands, is a way of escaping. The Cape Verdean writers, such as the latest winner of the Camões Prize, haven’t set aside their indestructible bond with the cradle of their birth. The narratological “insular” space both unites and sets apart the writers. Examples could be named of insular writers whose conflict with the islands turned that space into a “continental” one. Our goal is to research the “insular” metaphors and to show that, although the presence of the “island” is constant, the modern Cape Verdean writer, aims at transposing the spatial limit of the island itself. Keywords: voyage, Cape Verde, space. Desde Homero que as ilhas têm vindo a ser espaços de grande atracção e fonte inspiradora. Na realidade, viajar para, nas e das ilhas é um meio de fuga. Os escritores caboverdianos, como o mais recente vencedor do Prémio Camões, não deixaram de lado a sua ligação indestrutível com o próprio berço. O espaço narratológico ‘insular’ une, e simultaneamente distingue, os escritores entre si. Poder-se-iam citar exemplos de escritores insulares, cujo conflito com as ilhas fez com que esse espaço se tornasse ‘continental’. O nosso propósito é o de investigar as metáforas ‘insulares’ e mostrar que, não obstante a ‘ilha’ esteja sempre presente, o hodierno escritor caboverdiano pretende transpor o seu limite espacial. Palabras clave: viagem, Cabo Verde, espaço.
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