Academic Journals Database
Disseminating quality controlled scientific knowledge

Alergia a veneno de himenópteros na criança =Hymenoptera venom allergy in children

ADD TO MY LIST
 
Author(s): Santos, Sónia et al.

Journal: Scientia Medica
ISSN 1806-5562

Volume: 22;
Issue: 4;
Start page: 203;
Date: 2012;
Original page

Keywords: HIPERSENSIBILIDADE | IMUNOTERAPIA | HIMENÓPTEROS

ABSTRACT
Objetivos: A alergia a veneno de himenópteros pode condicionar a vida da criança de forma significativa. Pretende-se, com a exposição de dois casos clínicos e uma breve revisão do tema, salientar a importância da referenciação dessas crianças a consultas especializadas, para início de dessensibilização. Descrição dos casos: Duas crianças, aos três e aos seis anos, tiveram anafilaxia a picada de vespa e abelha, respectivamente. Em ambas, após a determinação de IgE específica e confirmação alergológica, iniciou-se dessen- sibilização com veneno de himenópteros em esquema ultra-rush, sem intercorrências relevantes, apenas edema no local da injeção. Após doze meses de injeções a cada quatro semanas, recebem agora manutenção com injeções a cada seis semanas. No primeiro caso, a criança foi picada por vespa aos dez meses de imunoterapia, desencadeando apenas reação local diminuta. Conclusões: Em ambos os casos, a imunoterapia específica subcutânea com veneno em esquema ultra-rush foi segura e eficaz, oferecendo o conforto de um menor número de injeções e de deslocamentos ao hospital na fase de indução. A manutenção da terapêutica já demonstrou efeito protetor na reexposição ao veneno em uma das crianças. Aims: Allergy to hymenoptera venom may restrict a child’s life significantly. It is intended, with the exposure of two clinical cases and a brief review on the topic, emphasizing the importance of referral of these children to specialized care for early desensitization. Cases description: Two children, at three and six years, had anaphylactic reaction to wasp and bee stings, respectively. In both cases, after the determination of specific IgE and allergologic confirmation, desensitization with hymenoptera venom in ultra-rush regimen was done, without relevant side effect apart from swelling at the injection site. After twelve months of injections every four weeks, the children are now receiving maintenance injections every six weeks. In the first case, the child was stung by wasp at ten months of immunotherapy, triggering only small local reaction. Conclusions: In both cases, the subcutaneous venom immunotherapy with ultra-rush regimen was safe and effective, providing the comfort of a smaller number of injections and hospital visits during the induction phase. Maintenance therapy has demonstrated a protective effect on re-exposure to the poison in one child.
RPA Switzerland

Robotic Process Automation Switzerland

    

Tango Rapperswil
Tango Rapperswil