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Avaliação ergoespirométrica em atleta paraolímpico de esqui alpino: estudo de caso = Cardiopulmonary exercise test on a treadmill for a paralympic alpine skiing athlete: case study

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Author(s): Vinagre, Nelson Alexandre Campos et al.

Journal: Scientia Medica
ISSN 1806-5562

Volume: 22;
Issue: 2;
Start page: 102;
Date: 2012;
Original page

Keywords: ESPORTES | MEDICINA ESPORTIVA

ABSTRACT
Objetivos: Esse trabalho se propõe a verificar o consumo máximo de oxigênio de um atleta paraolímpico da modalidade de esqui alpino, apontando a relação com essa modalidade esportiva, tradicionalmente reconhecida como anaeróbica. Os resultados do teste são apresentados como parâmetro comparativo para a modalidade de esqui alpino. Descrição do caso: O voluntário foi um atleta de esqui alpino de 38 anos de idade, vítima de lesão da medula espinhal desde 1994, classificação LW10/2 dentro do critério dessa modalidade esportiva. O atleta foi testado na própria cadeira de rodas, em esteira ergométrica. O teste foi realizado a uma velocidade constante, sendo a carga aumentada 20 W a cada 3 minutos até a fadiga voluntária. As respostas cardiorrespiratórias foram aferidas continuamente com eletrocardiograma e analisador de gases. Amostras de sangue foram coletadas antes e depois do teste para medir a concentração de lactato sanguíneo. A maior carga desempenhada pelo atleta foi 100 W (mecânica) e 884,07 W (bruto) quando estava no 5o estágio, com eficiência de 11,31%, apresentando consumo de oxigênio de 2501 mL/min e lactato de 11,1 mmol/L. A frequência cardíaca máxima foi de 184 batimentos/min e a pressão arterial de 115/70 mmHg foi medida 5 minutos após o final do teste. Conclusões: O esquiador pôde responder ao procedimento de diferentes cargas durante o teste. No teste aplicado o atleta tem que aprender a gerenciar sua resistência, força e capacidades coordenativas. A avaliação da capacidade aeróbica poderá ajudar o desempenho durante o treinamento e competições, visto que os atletas devem dividir sua atenção com uma gama de exigências que juntas são atendidas em grande parte pelo sistema aeróbio. Aims: This study aims to determine the maximal oxygen uptake of a paralympic alpine ski athlete and relate it to this sport that is traditionally recognized as being anaerobic. The test results are presented as comparative variables for the alpine skiing sport. Case Description: The volunteer was a 38 year old sitting-class alpine ski athlete, who suffered a spinal cord injury in 1994, and is classified as LW10/2 within the criteria of the sport. The test was performed using their own wheelchair on a treadmill at a constant speed. The load was increased 20 W every 3 minutes until volitional fatigue. The cardiorespiratory responses were monitored continuously with an electrocardiogram and gas analyzer. Blood samples were collected before and after testing to measure blood lactate concentrations. The highest load achieved by the athlete was 100 W (mechanical) and 884. 07 W (gross) when in the 5th stage, with an efficiency of 11. 31% and presenting an oxygen consumption of 2501 mL/min and lactate of 11. 1%. Maximum heart rate was 184 bpm and blood pressure, measured 5 minutes after test end, was 115/70 mmHg. Conclusion: The skier was able to perform the procedure with increasing loads. The test administered required the athlete to learn how to manage her stamina, strength and coordinative capacities. The assessment of aerobic capacity may help with performance during training and competition, as the athletes must focus their attention on a range of demands that together, are largely met by the aerobic system.
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