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Correcção de escoliose lombar degenerativa por técnica minimamente invasiva Corrección de escoliosis lumbar degenerativa por técnica mínimamente invasiva Correction of degenerative lumbar scoliosis by minimally invasive technique

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Author(s): Pedro Santos Silva | Joana Silva | Bruno Carvalho | Paulo Pereira | Rui Vaz

Journal: Coluna/Columna
ISSN 1808-1851

Volume: 11;
Issue: 4;
Start page: 326;
Date: 2012;
Original page

Keywords: Escoliosis | Procedimientos quirúrgicos mínimamente invasivos | Informes de casos | Escoliose | Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos | Relatos de casos | Scoliosis | Surgical procedures | minimally invasive | Case reports

ABSTRACT
A terapêutica cirúrgica da escoliose degenerativa consiste habitualmente em instrumentações e fusões mais ou menos extensas e associa-se a morbilidade significativa. A evolução tecnológica tem aberto caminho a técnicas menos invasivas que permitem obter resultados sobreponíveis aos das técnicas tradicionais minimizando a agressão cirúrgica. Descreve-se o caso de uma paciente do sexo feminino, de 63 anos, submetida a descompressão lombar posterior, em Janeiro de 2009, por alterações degenerativas marcadas. Poucos meses após a cirurgia a paciente referiu aumento das lombalgias e ciatalgia direita. O estudo imagiológico demonstrou agravamento de escoliose degenerativa L2-L5 associada a extrusão discal L2-L3 direita calcificada, fractura bilateral dos pedículos de L3 e espondilolistese degenerativa grau 1 L5-S1. Foi submetida a reintervenção cirúrgica por técnica minimamente invasiva consistindo em TLIF's L2-L3, L3-L4, L4-L5 e L5-S1 e fixação transpedicular L2-S1 bilateral, com correcção da deformidade no plano sagital e coronal. O caso clínico apresentado ilustra o potencial das abordagens minimamente invasivas no tratamento cirúrgico de escolioses degenerativas, devendo ser uma opção sempre presente considerando os benefícios potenciais para o paciente.El tratamiento quirúrgico de la escoliosis degenerativa consiste habitualmente en instrumentaciones y fusiones más o menos extensas, asociadas a morbilidad significativa. La evolución tecnológica ha abierto el camino para técnicas menos invasivas que permiten obtener resultados comparables a los de las técnicas tradicionales, minimizando el trauma de la cirugía. Presentamos el caso de paciente de sexo femenino, de 63 años de edad, sometida a descompresión lumbar posterior en enero de 2009, debido a marcadas alteraciones degenerativas. Pocos meses después del procedimiento, la paciente refirió agravamiento de la lumbalgia y ciática derecha. El estudio de imágenes mostró empeoramiento de la escoliosis degenerativa L2-L5 asociada a extrusión discal L2-L3 derecha calcificada, fractura bilateral de los pedículos de L3 y espondilolistesis degenerativa grado I L5-S1. Fue sometida a la reintervención quirúrgica utilizando una técnica mínimamente invasiva que consistió en TLIF L2-L3, L3-L4, L4-L5 y L5-S1 y fijación transpedicular L2-S1 bilateral, con corrección de la deformidad en los planos sagital y coronal. El caso clínico que presentamos ilustra el potencial de los enfoques mínimamente invasivos en el tratamiento quirúrgico de las escoliosis degenerativas, debiendo ser una opción siempre presente cuando se consideran los beneficios para el paciente.Surgical treatment of degenerative scoliosis usually consists of more or less extensive instrumentation and fusion and is associated with significant morbidity. Technological developments have opened the way for less invasive techniques which allow obtaining results comparable to traditional techniques, minimizing surgical trauma. In this work, we describe the case of a 63-year-old female patient who underwent posterior lumbar decompression, in January 2009, due to marked degenerative changes. A few months after surgery the patient reported increased back pain and right sciatica. Imaging studies showed exacerbation of L2-L5 degenerative scoliosis associated with L2-L3 right calcified disc extrusion, bilateral fracture of the pedicles of L3 and L5-S1 grade 1 degenerative spondylolisthesis. She underwent another surgery by minimally invasive technique with TLIF of L2-L3, L3-L4, L4-L5 and L5-S1 and bilateral L2-S1 transpedicular fixation with correction of deformity in sagittal and coronal planes. This case report illustrates the potential of minimally invasive approaches in the surgical treatment of degenerative scoliosis and should always be an option considering the benefits to the patient.
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