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ECOLOGIA ORGANIZACIONAL E O ÓTIMO DE PARETO: ENSAIO SOBRE A FORMAÇÃO DO ECOSSISTEMA EM EQUILÍBRIO

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Author(s): Lucas Roberto da Silva Dias

Journal: Perspectivas Contemporâneas
ISSN 1980-0193

Volume: 2;
Issue: 1;
Start page: 41;
Date: 2007;
Original page

ABSTRACT
ResumoEste trabalho visa oferecer, de forma complementar e particular, os pressupostos da teoria da Ecologia Organizacional. Tais pressupostos incidem sobre o questionamento da existência de um elevado número de diversidade organizacional. Assim, discute-se que a grande diversidade das formas organizacionais deve-se ao fato destas buscarem atender às contingências ambientais através da diversificação, e não pela mudança adaptativa, conforme proposto pela teoria de contingências. Por possuírem formas estruturais isomórficas mesmo em situações diferenciadas, as organizações sofrem pressões quanto ao processo de seleção imposto pelos ambientes nos quais estão inseridas, configurando assim, o denominado determinismo ambiental. Buscando alcançar tais preceitos, a literatura existente foca seus estudos nas taxas de fundação e fracasso organizacionais, crendo que estas [as organizações] estão em constante processo de seleção mercadológica. Neste contexto, este trabalho buscará [de forma didática] através da utilização das ferramentas de análise microeconômica denominadas Caixa de Edgeworth e Ótimo de Pareto, apresentar e corroborar com os pressupostos da teoria da Ecologia Organizacional, tendo como premissa a existência de uma comunidade organizacional sempre “tendendo” à formação de uma comunidade equilibrada, ou seja, a busca por um ecossistema em equilíbrio. ABSTRACT The aim of this work is to offer the presuppositions of the theory of the Organizational Ecology in a complementally and personal way. Such presuppositions are based on the question about the existence of a high organizational diversity. Thus, the literature discusses that the high organizational diversity is linked to the fact that the organizations answer to the environmental contingencies through the diversification, and not through the adaptive learning, as proposed by the theory of contingencies. Because the organizations maintain their forms structural "isomorphic" in differentiated situations, the organizations suffer pressures as the selection process imposed by the environment where they are inserted, what they denominated "environmental determinism”. Seeking to debate these precepts, the existent literature studies the rates of foundation and organizational failure, while they have faith that these [the organizations] are in constant process of market selection. In this context, it will seek this work [in a didactic way] through tools of microeconomics analyses, known as Edgeworth's Box and Pareto' Efficiency, present and to corroborate the presuppositions of the theory of the Organizational Ecology, to present and confirm the presuppositions of the theory of the Organizational Ecology, possessing as premise the existence of organizational populations that are addressed for a balanced community's formation, in other words, in search of an Ecosystem in Equilibrium.
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