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Formation of Soil Science neologisms Formación de neologismos en Ciencia del Suelo Formação de neologismos em Ciência do Solo

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Author(s): Jaume Porta | Darío Villanueva

Journal: Spanish Journal of Soil Science
ISSN 2253-6574

Volume: 2;
Issue: 2;
Date: 2012;
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Keywords: Edaphology | pedology | terminology | Edafología | pedología | terminología | Edafologia | pedologia | termonologia

ABSTRACT
Since the IUSS Rome Congress in 1924, where the scientific community decided to use the expression Soil Science instead of Pedology or Edaphology, criteria for the formation of new words in Spanish concerning the study of the soil have not been established. New terms in English are formed by giving priority to the Greek root ????? in front of the root ??????. This criterion does not take into account the fact that in Greek the term ????? refers to the soil we walk on and not to the soil where plants grow, which is expressed by the term ??????. This paper proposes criteria based on etymological, semantic and pragmatic linguistics for the formation of new or the equivalent of English soil-related words in Spanish. The analysis is based on: authorities in this field; etymological elements; aspects of phonetic and orthographic ambiguity; the equivalences between similar terms in English, Spanish and French; the usage of the expression at university level, by soil societies, and by scientific journals; and on aspects of linguistic good taste in certain geographic areas of Spanish language. The scope of this paper is not to contest the use of terms already in existance, recognizing that there may be strongly entrenched terms in some countries having Spanish as their own language. These terms should be referred to as varieties for a particular geographical area according to the specific regional Spanish semantics in America.Desde el Congreso de Roma de 1924, en el que la comunidad científica decidió utilizar la expresión Soil Science en lugar de Pedology o Edaphology, no se ha llegado a establecer criterios para la formación en español de neologismos referentes al estudio del suelo. En inglés, los nuevos términos se forman dando prioridad a la raíz griega ????? frente a la raíz ??????. Este criterio, que se ha consolidado con el uso, no tiene en cuenta que en griego el término ????? se refiere al suelo sobre el que se anda y no al suelo en el que crecen las plantas, expresado por el término ??????. En el presente trabajo, desde una perspectiva etimológica, semántica y de pragmática lingüística, se proponen criterios para la formación de neologismos en español o al establecer equivalencias en español de voces introducidas en inglés. El análisis se basa en voces de autoridad; en elementos etimológicos; en aspectos de ambigüedad fonética y ortográfica; en la revisión de equivalencias entre términos similares en español, inglés y francés; en el ámbito universitario; en la denominación de las sociedades y revistas científicas; y en aspectos de buen gusto idiomático en determinados ámbitos geográficos del español. No existe ninguna intención polémica y el trabajo intenta ser una aportación desde la palmaria aceptación de que pueden existir modalidades muy arraigadas en algunos paises que tienen el español como idioma propio. Modalidades que deberían referirse como denominaciones de un ámbito geográfico concreto, de acuerdo con las especificidades semánticas regionales de la lengua española en América.Desde o Congresso de Roma de 1924, noqual a comunidade científica tomou a decisão de passar a usar a expressão Soil Science em detrimento de Pedologia ou Edafologia, nunca se estabeleceram critérios para a criação de neologismos em espanhol relativos ao estudo do solo. Em inglês, os novos termos formaram-se dando prioridade à raíz grega ????? face à raíz ??????. Este critério não teve contudo em consideraçào que em grego o termo ????? se refere ao solo sobre o qual se caminha e não ao solo como suporte para crescimento das plantas. No presente trabalho, propõem-se critérios para a criação de neologismos em espanhol, numa perspectiva etimológica, semântica e de pragmática linguística, estabelecendo-se equivalências em espanhol dos princípios introduzidos em língua inglesa. Esta análise baseia-se em princípios de autoridade; em elementos etimológicos; em aspectos de ambiguidade fonética e ortográfica; na revisão de equvalências entre termos semelhantes em espanhol, inglês e francês; no âmbito universitário; na denominação das sociedades e revistas científicas; em aspectos de bom gosto idiomático em determinados contextos geográficos da língua espanhola. Não existe nenhuma intenção polèmica e o trabalho tenta ser uma contribuição assumindo o pressuposto que podem existir termos demasiado arriscados em alguns países que utilizam o espanhol como idioma próprio. Esses termos deveriam referir-se como designações de um âmbito geográfico concreto, de acordo com as especificidades semânticas regionais da língua espanhola na América.
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