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Geladeiras especiais para armazenamento de vacinas: procedimentos e conhecimento dos auxiliares de enfermagem

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Author(s): Maria Fernanda Cristóvão | Márcia da Silva Santos | Rosângela Elaine Minéo Biagolini | Álvaro da Silva Santos

Journal: Saúde Coletiva
ISSN 1806-3365

Volume: 6;
Issue: 29;
Start page: 90;
Date: 2009;
Original page

Keywords: Geladeiras especiais | vacinas | auxiliares de enfermagem.

ABSTRACT
Este artigo objetivou descrever o conhecimento e a prática de auxiliares de enfermagem (AE), quanto ao manuseio da geladeira especial para armazenamento de vacinas, nas Unidades de Saúde de uma região do município de São Paulo. Tal investigação é quantitativa, exploratória e descritiva, realizada de julho a agosto de 2005 em 19 salas de vacinas e seus respectivos 19 auxiliares de enfermagem. Os dados foram coletados através de três instrumentos: um questionário preenchido pelo AE com dados referentes a características sociodemográficas do AE, um roteiro de observação da geladeira especial para vacinas, que foi preenchido pelos pesquisadores, onde foram coletadas informações sobre as condições de organização e funcionamento das geladeiras e um roteiro de observação do manuseio da geladeira especial, sendo que para o preenchimento deste o pesquisador solicitava ao entrevistado a execução de procedimentos. Dentre os principais resultados destaca-se: 87,5% dos AE estudados eram mulheres e 68,7 % tinham idade superior a 40 anos; 50 % estavam formados há mais de 15 anos, 62,6% atuavam em sala de vacina há mais de 10 anos, todos afirmaram ter recebido treinamento sobre conservação de vacinas e, entre os que receberam treinamento 56,2% afirmaram que esse treinamento ocorreu há mais de quatro anos, todas as geladeiras apresentavam no momento da pesquisa, temperaturas entre +2 e +8ºC; 87,4% dos auxiliares souberam ler corretamente a temperaturas máxima, mínima e do momento, no entanto apenas 56,3% souberam executar o passo seguinte que é o de zerar o termômetro. A verificação correta da temperatura pré-programada para os alarmes de temperatura alta, baixa e a temperatura de ajuste ocorreu respectivamente entre 31,2% , 25,0% e 37,5% dos observados. A execução de alguns procedimentos: aumentar em 1ºC o alarme de temperatura alta, diminuir o alarme de temperatura baixa em 1ºC e aumentar em 0,5ºC a temperatura de ajuste verificou-se respectivamente correto entre 12,5% , 18,7% e 18,7% dos observados. Os resultados deste estudo

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