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Mínimas alterações hormonais em paciente com grande feocromocitoma

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Author(s): Lima Josivan G. de | Bandeira Francisco | Bandeira Cristina H. | Paula Maurício de | Nóbrega Maria L.C. | Costa Saul O. e | Nóbrega Lúcia H.C.

Journal: Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia
ISSN 0004-2730

Volume: 50;
Issue: 1;
Start page: 145;
Date: 2006;
Original page

Keywords: Feocromocitoma | Hipertensão | Catecolaminas | Metanefrinas | Neoplasia endócrina múltipla

ABSTRACT
Relatamos caso clínico no qual o paciente apresentou sintomas sugestivos de feocromocitoma, grande tumor (maior que 50 g) e mínima alteração laboratorial, exemplificando uma armadilha diagnóstica. Um homem de 31 anos apresentou dois episódios de abdômen agudo, sendo o último acompanhado por cefaléia, hipertensão arterial, rubor facial, sudorese e palidez cutânea. Em outra internação, o paciente apresentava hipertensão arterial sustentada e arritmia cardíaca. Em relação aos testes laboratoriais, apenas o ácido vanil-mandélico foi levemente alterado. Cintilografia com MIBG foi realizada e sugeriu a presença de grande massa adrenal compatível com feocromocitoma. Uma amostra histopatológica da peça foi obtida após cirurgia e confirmou esta hipótese. Esse caso sugere que em pacientes que possuem sintomas sugestivos de feocromocitoma, mesmo com valores normais de catecolaminas plasmáticas e metanefrinas urinárias, devemos considerar as possibilidades de um grande tumor metabolizando catecolaminas em seu interior ou que sofreu necrose hemorrágica.
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