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Muscle strength of the pelvic floor among young and climateric continent women Força muscular do assoalho pélvico entre mulheres continentes jovens e climatéricas

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Author(s): Eliane Cristina Hilberath Moreira | Paula Bueno de Arruda

Journal: Semina : Ciências Biológicas e da Saúde
ISSN 1676-5435

Volume: 31;
Issue: 1;
Start page: 53;
Date: 2010;
Original page

Keywords: Força muscular | Assoalho pélvico | Perineometria.

ABSTRACT
The menopause represents a stage in life when modifications in the urogynecological tract occur as a decrease in the muscle strength of the pelvic floor and urethral turgidity. It is suggested that healthy muscles are thick and this enables them to support the vagina walls as well as provide a sphincteral action, favoring the closing and urethral continence. It is possible that the blood supply associated to strong muscles will promote the health of the epithelium in the area, stimulating the adequate vaginal lubrication and the delay of atrophic changes due to the age. The purpose of this study was to verify the muscle strength of the pelvic floor among healthy young and climateric women, in order to identify the existing alterations in this musculature. The study consisted of 49 women divided in two groups: Group 1 consisting of women (N=24) with an average age of 29.33 years old and Group 2, consisting of women (N=25) with an average age of 51.8 years old, submitted to the evaluation of the muscle strength of the pelvic floor by means of bidigital palpation and perineometry. Significant differences were not identified concerning the pelvic floor muscle strength by means of the perineometry in the studied groups. As for the bidigital palpation evaluation, a larger capacity of voluntary contraction and sustained maintenance of this contraction in 25 to 35-years old women was observed. O climatério representa a fase em que ocorrem modificações no trato uroginecológico, como a diminuição da força muscular do assoalho pélvico e turgidez uretral. É sugerido que músculos sadios são volumosos e isso os capacita a suportar as paredes da vagina tão bem como prover uma ação esfincteriana, favorecendo o fechamento e a continência uretral. É plausível que o suprimento de sangue associado a músculos fortes promoverá a saúde do epitélio na área, estimulando a lubrificação vaginal adequada e o retardo das mudanças atróficas da idade. O objetivo deste estudo foi verificar a força muscular do assoalho pélvico entre mulheres saudáveis jovens e climatéricas, buscando identificar as alterações existentes nesta musculatura. O estudo foi composto por 49 mulheres dividas em dois grupos: Grupo 1 composto por mulheres (N=24) com média de idade de 29,33 anos e o grupo 2 composto por mulheres (N=25) com média de idade de 51,8 anos, submetidas a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por meio de palpação bidigital e perineometria. O presente estudo não identificou diferenças significativas da força de pressão muscular do assoalho pélvico pela perineometria entre os grupos estudados. Na avaliação pela palpação bidigital, notou-se uma capacidade maior de contração voluntária e sustentação desta contração nas mulheres com faixa etária entre 25 a 35 anos.
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