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A novel postharvest rot of okra pods caused by Rhizoctonia solani in Brazil Uma nova podridão pós-colheita de frutos de quiabo causada por Rhizoctonia solani

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Author(s): Gilmar P. Henz | Carlos A. Lopes | Ailton Reis

Journal: Fitopatologia Brasileira
ISSN 0100-4158

Volume: 32;
Issue: 3;
Start page: 237;
Date: 2007;
Original page

Keywords: Abelmoschus esculentus | frutos imaturos | doenças | Abelmoschus esculentus | immature fruit | disease

ABSTRACT
Okra pods with unusual brown lesions and rot were collected in a local supermarket in Brasília DF. The objective of this paper was to characterize the causal agent, to fulfill Koch's postulates and to determine some conditions conducive to disease. The pathogen was identified as Rhizoctonia solani based on morphological characteristics which fitted the fungus description, such as pale to brown hyphae, with nearly right-angled side branches constricted at the base, hyphal cells 6-10 µm wide with a septum near the base. Five isolates were obtained from infected pods and identified as AG 1-IB anastomosis group. Wounded or unwounded okra pods cv. Santa Cruz 47 were inoculated with mycelium disks of R. solani and kept in humid chambers at 12 ºC or 25 ºC. After seven days at 25 ºC, both wounded and unwounded pods were completely rotted and brown, while those kept at 12 ºC showed small lesions ranging from 0.6 to 1.0 mm only in wounded pods. The pathogen was able to grow in different materials used for assembling crates and packs of horticultural products, such as pinewood, corrugated carton, plastic, Styrofoam and newspaper sheets when kept in humid chambers (24 ºC, 96 % RH). The disease occurrence can be related to careless handling practices and to the transmission of R. solani propagules by infected plant debris or soil particles. This is the first report of Rhizoctonia solani causing postharvest rot in okra pods in Brazil.Frutos de quiabo apresentando podridão e lesões marrons foram coletados em um supermercado de Brasília DF. O objetivo deste trabalho foi identificar o agente causal e comprovar o envolvimento do fungo como causador da doença (Postulados de Koch) e determinar algumas condições favoráveis à ocorrência da doença em frutos de quiabo após a colheita. O patógeno foi identificado como Rhizoctonia solani baseado nas suas características morfológicas, como hifas marrons a ocre, com ramificações laterais em ângulos quase retos com constrições na base, células da hifa com 6-10 µm de largura com um septo perto da base. Cinco isolados foram obtidos dos frutos infectados e identificados como sendo do grupo de anastomose AG 1-IB. Frutos de quiabo cv. Santa Cruz 47 inoculados com discos de micélio de R. solani com e sem ferimentos e mantidos em câmaras úmidas, a 25 ºC, por sete dias ficaram completamente apodrecidos pelo patógeno, com cor marrom, enquanto somente os frutos com ferimentos mantidos a 12 ºC apresentaram lesões pequenas, variando de 0,6 a 1,0 mm de diâmetro. Em outro experimento, foi demonstrado que o patógeno foi capaz de crescer na superfície de diferentes materiais usados na confecção de embalagens de produtos hortícolas, como madeira de pinus, papelão corrugado, plástico, isopor e folhas de jornal mantidos em câmara úmida (24 ºC, 96 % UR). A ocorrência da doença está relacionada com manuseio pós-colheita inadequado, e a transmissão de propágulos do fungo junto com restos culturais ou partículas de solo. Este é o primeiro relato de R. solani causando podridão pós-colheita em frutos de quiabo no Brasil.
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