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Plasticidade muscular: do músculo sadio ao espástico

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Author(s): Dalva Cruz Monte Alegre | Josefa Flávia Santos Almeida | Tássia Virginia de Carvalho Oliveira | Edna Aragão Farias Cândido

Journal: Scire Salutis
ISSN 2236-9600

Volume: 2;
Issue: 1;
Start page: 16;
Date: 2012;
Original page

Keywords: Espasticidade | Músculo | Plasticidade

ABSTRACT
O músculo esquelético é composto de fibras musculares e formado por uma unidade funcional chamada sarcômero. Ele possui plasticidade que remodela sua composição estrutural em resposta aos fatores fisiológicos e patológicos. Mas quando ocorrem lesões que levam à espasticidade no músculo sua plasticidade muda. A fisiopatologia subjacente sobre as alterações contribui para déficitis funcionais, porém ainda não é claramente compreendida. Em detrimento das alterações, este estudo teve como objetivo esclarecer as adaptações que ocorrem na morfologia da plasticidade do músculo estriado esquelético sadio após se tornar espástico, com base na revisão de artigos e livros, ressaltando toda a sua anatomia. Foi realizada uma revisão bibliográfica durante o período de 25 de Fevereiro a 10 de Maio de 2010 com base nos dados de livros literários e artigos do “Medline”, “Lilacs”, “Scielo”, “PubMed”, Google acadêmico e de revistas no idioma português e inglês, utilizando como palavras chaves: plasticidade muscular, muscles, plasticity, spasticity, titina, myosin heavy chain, entre outras. Os textos foram analisados durante reuniões semanais no período de 27 de Fevereiro a 10 de Maio de 2010. Com o conhecimento da anatomia, fisiologia e bioquímica dos músculos esqueléticos sadios pode-se reconhecer as várias mudanças que ocorrem da sua plasticidade enquanto espásticos.
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