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Prevenção primária da toxoplasmose: conhecimento e atitudes de profissionais de saúde e gestantes do serviço público de Maringá, estado do Paraná = Primary prevention of toxoplasmosis: knowledge and attitudes of health professionals and pregnant women of public service of Maringá, Paraná state, Brazil

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Author(s): Branco, Bráulio Henrique Magnani | Araújo, Silvana Marques de | FalavignaGuilherme, Ana Lúcia

Journal: Scientia Medica
ISSN 1806-5562

Volume: 22;
Issue: 4;
Start page: 185;
Date: 2012;
Original page

Keywords: TOXOPLASMOSE | GESTANTES | DOENÇAS - PREVENÇÃO E CONTROLE

ABSTRACT
Objetivos: Avaliar conhecimento e atitudes de profissionais e gestantes do serviço público de saúde sobre a toxoplasmose. Métodos: Um estudo transversal, realizado de janeiro de 2009 a janeiro de 2010 nas unidades básicas de saúde da cidade de Maringá, no Paraná, incluiu profissionais de saúde e gestantes. Dados sobre conhecimento e atitudes em relação à toxoplasmose foram coletados com questionários específicos. A estatística foi realizada pelo programa Bioestat 5. 0. Resultados: O estudo incluiu 212 profissionais de saúde e 499 gestantes. Dentre os profissionais de saúde, 88,7%, apresentaram dúvidas quanto às formas evolutivas do Toxoplasma gondii que infectam o homem. Entre os médicos, 69,7%, não souberam qual a conduta a ser adotada diante de uma gestante IgM e IgG anti-T. gondii reagente; 39,4% não souberam responder em qual período gestacional pode-se adquirir a toxoplasmose; e 15,1% não sabiam que orientações profiláticas devem ser dadas à gestante. Entre as gestantes, 42,08% afirmaram consumir carne crua, 13,63% afirmaram consumir leite in natura e 20,84% relataram não lavar utensílios ao trocar de alimento. Apenas 16,23% relataram ter recebido informações sobre prevenção da toxoplasmose durante a gestação. Conclusões: É urgente melhorar a capacitação de profissionais de saúde envolvidos no atendimento de gestantes em prevenção primária de toxoplasmose. Aims: To assess knowledge and attitudes of pregnant women and professionals of public health service about toxoplasmosis. Methods: A cross-sectional study conducted from January 2009 to January 2010 in basic health units in the city of Maringa, Parana, included health professionals and pregnant women. Data on knowledge and attitudes regarding toxoplasmosis were collected using specific questionnaires. Statistical analysis was performed by the BioStat 5. 0. Results: The study included 212 health professionals and 499 pregnant women. Among health professionals, 88. 7% had doubts about the evolving forms of Toxoplasma gondii that infect humans. Among physicians, 69. 7% did not know which approach to be adopted with an IgM and IgG anti-T. gondii non-reactive pregnant woman; 39. 4% could not answer at what gestational age toxoplasmosis can be acquired, and 15. 1% did not know which prevention guidelines should be given for pregnant women. Among pregnant women, 42. 08% reported consuming raw meat, 13. 63% reported consuming raw milk and 20. 84% reported not washing utensils when switching food. Only 16. 23% reported having received information about preventing toxoplasmosis during pregnancy. Conclusions: It is urgent to improve training of health professionals involved in caring for pregnant women on primary prevention of toxoplasmosis.
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