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Resultados clínicos e radiográficos do tratamento cirúrgico da escoliose paralítica na mielomeningocele Resultados clínicos y radiográficos del tratamiento quirúrgico de la escoliosis paralítica en la mielomeningocele Clinical and radiographic results of surgical treatment of paralytic scoliosis in myelomeningocele

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Author(s): Marcos Gassen Martins | Luís Eduardo Munhoz da Rocha | Carlos Abreu de Aguiar | Edson Pudles | Nadio Sanzovo

Journal: Coluna/Columna
ISSN 1808-1851

Volume: 11;
Issue: 4;
Start page: 290;
Date: 2012;
Original page

Keywords: Mielomeningocele | Escoliosis | Esoliosis | Mielomeningocele | Escoliose | Escoliose | Myelomeningocele | Scoliosis | Scoliosis

ABSTRACT
OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos e radiográficos do tratamento cirúrgico da escoliose paralítica na mielomeningocele. MÉTODOS: Estudo retrospectivo mediante revisão de prontuários e radiografias dos pacientes portadores de mielomeningocele, tratados cirurgicamente entre os anos de 1999 e 2009. RESULTADOS: Foram analisados os prontuários e radiografias de 29 pacientes. A média de idade no momento da cirurgia foi de 12,2 anos, com um acompanhamento médio de 3,8 anos. O ângulo pré-operatório médio da escoliose de 77º foi inicialmente corrigido para 29º e, no final do seguimento deteriorou para 34º. A média da obliquidade pélvica foi de 16º, corrigida no pós-operatório imediato para 10º e, no pós-operatório tardio para 13º. A descompensação média do tronco foi de 117mm, inicialmente corrigida para 67mm e, no final do seguimento, deteriorou para 98 mm. CONCLUSÕES: Os pacientes no qual a instrumentação estendeu-se até a pelve, obtiveram melhores resultados em todas as mudanças relativas ao longo do tempo, quais sejam, escoliose, obliquidade pélvica e descompensação do tronco, com exceção da perda de correção da escoliose, que foi menor nos pacientes que não tiveram fixação da pelve.OBJETIVO: Evaluar los resultados clínicos y radiológicos del tratamiento quirúrgico de la escoliosis paralítica en la mielomeningocele. MÉTODOS: Estudio retrospectivo mediante la revisión de historia clínica y estudios radiológicos de pacientes con mielomeningocele tratados quirúrgicamente entre 1999 y 2009. RESULTADOS: Se revisaron las historias clínicas y las radiografías de 29 pacientes. El promedio de edad en el momento de la cirugía fue de 12,2 años, con un seguimiento promedio de 3,8 años. El ángulo preoperatorio medio de la escoliosis de 77º, fue corregido inicialmente a 29º, y al final del seguimiento empeoró a 34º. La media de la oblicuidad pélvica fue de 16º, corregido en el postoperatorio inmediato para 10º, y en el periodo postoperatorio tardío para 13º. El promedio de la descompensación del tronco fue de 117 mm, inicialmente ajustado en 67 mm y en el seguimiento final se deterioró hasta 98 mm. CONCLUSIONES: Los pacientes en los que se extendió la instrumentación hasta la pelvis, obtuvieron mejores resultados para todos los cambios relacionados con el tiempo, o sea, escoliosis, oblicuidad pélvica y descompensación del tronco, excepto por la pérdida de corrección de la escoliosis, que fue menor en pacientes que no tenían la fijación de la pelvis.OBJECTIVE: To evaluate the clinical and radiographic results of surgical treatment for paralytic scoliosis in myelomeningocele. METHODS: A retrospective study by reviewing medical records and radiographs of patients with myelomeningocele, surgically treated between the years 1999 and 2009. RESULTS: We analyzed the medical records and radiographs of 29 patients. The mean age at surgery was 12.2 years, with a mean follow-up of 3.8 years. The mean preoperative angle of scoliosis was 77º, initially adjusted to 29º that, at the end of follow-up, deteriorated to 34º. The average of the pelvic obliquity was 16º, corrected in the immediate postoperative period to 10º, and in the late postoperative period to 13º. The trunk decompensation average was 117 mm, initially adjusted to 67 mm and, at final follow-up, deteriorated to 98 mm. CONCLUSIONS: Patients in which the instrumentation was extended to the pelvis, obtained better results for all related changes over time, namely, scoliosis, pelvic obliquity and decompensation of the trunk, except for the loss of scoliosis correction that was lower in patients not undergoing pelvic fixation.
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