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Sialoadenite após terapia ablativa com altas doses de radioiodo no tratamento do carcinoma diferenciado de tireóide

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Author(s): Rosário Pedro W.S. | Maia Frederico F.R. | Barroso Álvaro | Padrão Eduardo L. | Rezende Leonardo | Purisch Saulo

Journal: Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia
ISSN 0004-2730

Volume: 48;
Issue: 2;
Start page: 310;
Date: 2004;
Original page

Keywords: Sialoadenite | Câncer de tireóide | Varredura | Radioiodo | Complicações

ABSTRACT
Oitenta e três pacientes que receberam 3,7GBq (100mCi) ou 7,4GBq (200mCi) de I-131 após a tireoidectomia total para carcinoma de tireóide foram avaliados clínica e laboratorialmente (dosagem da amilase sérica), seguida da varredura pós-dose. A sialoadenite foi definida na presença de hiperamilasemia (> 200U/L). Onze (13,25%) pacientes referiram dor local espontânea ou à mastigação após o tratamento. Observou-se hiperamilasemia em 31 (37,3%) pacientes no segundo dia pós-tratamento. No sétimo dia, houve normalização da amilase em todos. A sialoadenite sintomática foi maior nos pacientes com captação cervical residual que receberam 7,4GBq (70%). A captação em topografia de glândulas salivares esteve presente em 93,5% dos casos de sialoadenite (p < 0,05). Observou-se correlação estatisticamente significante entre ausência de metástase à distância e maior incidência de sialoadenite (p < 0,05). Não houve correlação entre sialoadenite e massa remanescente cervical ou com a dose de I-131 administrada, atribuída ao tamanho da amostra. A sialoadenite pós-terapia ablativa em altas doses é uma complicação relativamente comum, com baixa repercussão clínica, sendo a ausência de metástases à distância um fator diretamente relacionado com o seu aparecimento.
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