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Soil catena along gypseous woodland in the middle Ebro Basin: soil properties and micromorphology relationships Propiedades del suelo y relaciones micromorfológicas de suelos yesosos forestales en el Valle medio del Ebro Propriedades do solo e relações micromorfológicas dos solos florestais gessosos no Vale do Ebro

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Author(s): Javier M Aznar | Rosa M Poch | David Badía Villas

Journal: Spanish Journal of Soil Science
ISSN 2253-6574

Volume: 3;
Issue: 1;
Date: 2013;
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Keywords: Microcrystalline gypsum | water tension | Gypsisol | available water content | forest soils | Yeso microcristalino | tensión del agua | Gypsisol | agua útil | suelos forestales | Gesso microcristalino | tensão da água | Gypsisol | água útil | solos florestais

ABSTRACT
Gypsisols, mainly distributed in arid lands, support a key economic activity and have attracted a lot of scientific interest due to their particular physical and chemical properties. For example, Gypsisols show a high erodibility, low fertility and a variable water holding capacity that can be attributed to different gypsum particle sizes. This study aims to describe some representative Gypsisols from the middle Ebro Basin. Five representative soil profiles (mainly Gypsisols by WRB) were selected and sampled at different positions along a hillside where soils where developed on gyprock. Furthemore, it links micromorphological properties with soil water retention. Soils have a dominant loamy texture, more rarely stoney. Gypsum is abundant in all soil profiles, ranging from 6 to 84% with minimum values in Ah horizons and maximum in By and Cy. The soils have a low level of salinity and a very low cation exchange capacity (CEC). The soil organic matter (SOM) is medium or abundant in the Ah horizons, otherwise it is low. Soil aggregate stability (SAS) is related significantly and positively with SOM and porosity, which is also positively related with moisture retention at field capacity and saturation humidity. However, there is no significant correlation between porosity and permanent wilting point (PWP). Soil water retention is dependant on the gypsum percentage and textural class. Low levels of gypsum have no influence on water retention, but high gypsum levels (> 60%) enhance the field capacity (FC) and decrease PWP, especially when the gypsum is microcrystalline. Gypsum levels between 40 and 60% also increase available water contents (AWC) due to a decrease in PWP. There is a positive and significant correlation between PWP and FC in Gypsisols, except for those which are loamy and have gypsum values over 40%. The higher available water capacity (AWC) than expected is related to microcrystalline gypsum, predominant in the studied soils. These high AWC values are counteracted by an increasingly irregular pore space not suitable for root growth. All these cited characteristics result in a low fertility, influenced by the weather and the human impact, which deforested the highest part of these mountains in the Middle Ages. Los Gypsisoles son suelos localizados fundamentalmente en zonas áridas, de forma dispersa. No obstante, soportan una actividad económica fundamental y atesoran un elevado interés científico. Presentan una serie de peculiaridades relacionadas con su comportamiento físico y químico. Así, por ejemplo, se atribuye a los Gypsisoles una alta erosionabilidad, baja fertilidad y una variable retención de humedad que puede ser atribuida a los diferentes tamaños de las partículas de yeso. Este trabajo describe Gypsisoles de una misma catena, en la que los suelos se han desarrollado sobre yesos miocenos en el Valle medio del Ebro. Además, relaciona la capacidad de retención de agua del suelo con sus propiedades micromorfológicas. Los horizontes presentan mayoritariamente una textura franca. El yeso es abundante en los horizontes estudiados, encontrándose en un rango que varía entre el 6% y el 84%, con valores mínimos en los horizontes Ah y con máximos en los By y Cy. Se aprecia además un bajo nivel de salinidad, una muy baja capacidad de intercambio catiónico (CIC) y también escasa materia orgánica (MO), aunque este último parámetro asciende a "medio" o "abundante" en los horizontes más superficiales. La estabilidad estructural (EE) se relaciona significativa y positivamente con la MO y la porosidad, la cual también está significativa y positivamente relacionada con la retención de agua en capacidad de campo y en humedad de saturación. Sin embargo no se aprecia una relación significativa entre la porosidad y el punto de marchitez permanente (PMP). La retención de agua de un horizonte varía en función del porcentaje de yeso presente y de la clase textural. De esta forma, bajos niveles de yeso no tienen influencia en la retención de agua, pero elevados niveles de yeso (> 60%) incrementan la capacidad de campo (CC) y disminuyen el PMP, especialmente cuando el yeso se presenta en forma microcristalina. Porcentajes de yeso entre el 40% y el 60% tienden a disminuir el PMP. Se ha comprobado en estos Gypsisoles una relación directa y significativa entre el PMP y la CC, que se cumple con todos los horizontes excepto para los horizontes francos que tienen valores de yeso superiores al 40%. Los valores de agua útil (AU), superiores a los esperados, están relacionados con la presencia de yeso microcristalino, predominante en los suelos estudiados. Estos elevados valores de AU son contrarrestados por el crecimiento irregular del espacio poroso, que impide la profundización de las raíces por ellos. Todas estas características citadas producen una escasa fertilidad de los suelos, influenciada por el clima y el impacto humano que deforestó la parte más alta de estas montañas durante la Edad Media. Os Gypsisols localizados principalmente em solos áridos constituem uma atividade chave sob o ponto de vista económico e apresentam grande importância científica devido às suas particulares propriedades físicas e químicas. Assim, por exemplo, atribui-se aos Gypsisols uma elevada erodibilidade, uma baixa fertilidade e uma capacidade de retenção de água variável, o que pode ser atribuído às diferentes dimensões das partículas de gesso. Este estudo tem como objetivo principal descrever alguns Gypsisols representativos, desenvolvidos sobre gessos miocénicos do Vale do rio Ebro. Para além disso, relaciona-se a capacidade de retenção de água destes solos com as suas propriedades micromorfológicas. Os seus horizontes apresentam maioritariamente uma textura franca. O gesso está sempre presente nos horizontes estudados, numa gama que varia entre 6% e 84%, com valores mínimos no horizonte Ah e máximos nos horizontes By e Cy. Estes solos apresentam igualmente um baixo nível de salinidade, uma muito baixa capacidade de troca catiónica (CTC) e um baixo teor de matéria orgânica (MO), embora este último parâmetro possa atingir valores "médios" ou "elevados" nos horizontes superficiais. A estabilidade estrutural (EE) está significativa e positivamente relacionada com a MO e porosidade, a qual também está significativa e positivamente relacionada com a capacidade de retenção da água em condições de capacidade de campo e humidade de saturação. Contudo, não se verifica qualquer relação significativa entre a porosidade e o coeficiente de emurchecimento (CE). A retenção de água de um horizonte varia de acordo com a percentagem de gesso presente e com a classe textural. Assim, baixos níveis de gesso não influenciam os níveis de retenção de água, mas níveis elevados de gesso (> 60%), aumentam a capacidade de campo (CC) e diminuem o CE, especialmente quando o gesso está presente sob a forma microcristalina. Percentagens de gesso entre 40% e 60%, tendem a diminuir também o CE. Verificou-se nestes Gypsisols para todos os horizontes uma relação direta e significativa entre o CE e a CC, exceto nos horizontes francos com níveis de gesso superiores a 40%. Os valores para a água útil (AU) mais elevados do que o esperado estão relacionados com a presença de gesso microcristalino, predominante nos solos estudados. Estes valores elevados de UA são compensados por um crescimento irregular do espaço entre os poros, o que impede a penetração profunda das raízes. Todas estas características citadas conduzem a uma baixa fertilidade dos solos, influenciada pelo clima e impacto humano, responsável pela desflorestação da parte mais elevada destas montanhas durante a Idade Média.
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