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Weed control strip influences the initial growth of Eucalyptus grandis=Faixa de controle de plantas daninhas influencia o crescimento inicial de Eucalyptus grandis

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Author(s): João Renato Vaz da Silva | Pedro Luís da Costa Aguiar Alves | Roberto Estevão Bragion de Toledo

Journal: Acta Scientiarum : Agronomy
ISSN 1679-9275

Volume: 34;
Issue: 1;
Start page: 29;
Date: 2012;
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Keywords: reforestation | weed interference | weed competition | reflorestamento | interferência de plantas daninhas | competição com planta daninhas

ABSTRACT
Reforestation in Brazil is conventionally carried out with a 50-cm weed control strip, using mechanical or manual hoeing or herbicides. The aim of this study was to determine effects of varying the width of the herbicide-treated strip on the establishment of Eucalyptus grandis. Eucalyptus plants were transplanted in Araraquara and Altinópolis counties, São Paulo State, Brazil. In Araraquara, the following treatments were evaluated: 0, 25, 50, 75, 100 and 150-cm wide strips, treated with herbicide, on either side of the eucalyptus row; in Altinópolis, the width of the strip on either side of the eucalyptus row was 0, 25, 50, 75, 100, 125 or 150 cm. Were evaluated dry matter of leaves, branches and stem and leaf area at 270 days after planting (270 DAP), chlorophyll content (400 DAP), stem diameter and eucalyptus plants height (410 DAP). In Araraquara, the main weed was Panicum maximum, and in Altinópolis, it was Rhynchelytrum repens. For both areas, a minimum of 75 cm of treated strip was required to minimise weed interference with eucalyptus plants’ development.O reflorestamento no Brasil é normalmente realizado com uma faixa de controle de plantas daninhas de 50 cm, utilizando capina mecânica ou manual ou herbicidas. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da variação da largura da faixa tratadas com herbicidas sobre o estabelecimento de Eucalyptus grandis. Plantas de eucalipto foram transplantadas nos municípios Araraquara e Altinópolis, Estado de São Paulo, Brasil. Em Araraquara, os seguintes tratamentos foram avaliados: 0, 25, 50, 75, 100 e 150 cm de larguras de faixas, tratadas com herbicidas, em ambos os lados da linha de eucalipto; em Altinópolis, a largura da faixa em ambos os lados da linha de eucalipto foi de 0, 25, 50, 75, 100, 125 ou 150 cm. Foram avaliados a matéria seca de folhas, ramos e caule e área foliar aos 270 dias após o plantios (DAP), teor de clorofila (400 DAP) e altura e diâmentro do caule (410 DAP). Em Araraquara, a principal espécie foi Panicum maximum, em Altinópolis, foi Rhynchelytrum repens. Para ambas as áreas, foi necessário o mínimo de 75 cm de largura de faixa tratada para minimizar a interferência das plantas daninhas no desenvolvimento das plantas de eucalipto.
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